9/25/2013

Cocal: PM prende 3 assaltantes envolvidos em vários crimes

Flavio Sátiro Diniz, Manoel Ferreira- vulgo MANÚ e Francisco Bezerra(quem dava ordem de assalto com arma em punho
Por volta das 21h30min da noite desta terça-feira (24/09), Policiais Militares lotados na 2ªCIA do 2ºBPM de Cocal, sob o comando do Cap. Bernardo, prenderem 3 elementos sob acusação de uma serie de assaltos na região de Cocal, Bom Principio e Parnaíba. 

Os envolvidos trata-se de Manoel Ferreira do Nascimento Filho, 27 anos, natural de Buriti dos Lopes, Francisco Bezerra de Morais Lima, 28 anos e Flávio Sátiro Diniz, de 25 anos, ambos residente em Parnaíba. 

Foto: Portal do Catita
De acordo com os PMs, na noite da ultima segunda-feira (23/09), por volta das 20:00 horas, o trio tomou de assalto a mão armada um veiculo siena, cor preto, no Conj. Raul Barcelar em Parnaíba. Em seguida, na noite de ontem (24/09), os três elementos também tomaram de assalto a mão armada duas motos (uma CG 150cc, cor vermelha e uma POP 100cc, cor preta), aparelhos celulares e uma certa quantia em dinheiro na cidade de Bom Principio. Após os delitos, o bando seguiu em direção a Cocal e foram capturados na localidade Camará (zona rural de Cocal), onde resistiram à prisão. Ainda de acordo com os Policias, os 3 são acusados de terem tomado de assalto um revólver de um policial militar em Parnaíba. A arma usada nos assaltos, possivelmente a do policial, não foi encontrada durante a prisão dos envolvidos.



carro recuperado
No porta-malas do veículo, utensílios de cozinha, usados para alimento do bando nas rotas de fuga.
Foto: Portal do Catita
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Cuba é aqui – Presidente do CRM do Paraná renuncia ao cargo e acusa a truculência do governo federal, que impõe o desrespeito à lei no “Mais Médicos”. Leia a sua dura carta

Não conheço o médico Alexandre Gustavo Bley, que já é, a esta altura, ex-presidente do Conselho Regional de Medicina do Paraná. Ele renunciou ao cargo nesta terça-feira. E o fez, entendo eu, por respeito às leis, aos princípios do regime democrático, à dignidade do seu cargo, à ética de sua profissão. Não estou aqui a dizer que outros devam segui-lo. Talvez o ministro Alexandre Padilha até sonhe com isso — restaria a possibilidade de entregar os conselhos à companheirada. Sempre há um “companheiro” de olho numa boquinha. Se a gente se distrai, eles aparelham festa de batizado, churrascada, reunião da Tupperware e visita de vendera do Avon. A leitora pensa que vai comprar um batom e pimba! Cai vítima da abdução.
Bley renunciou. Não aceitou ceder às pressões do governo. E escreveu uma carta que merece ser lida com cuidado. Abre com uma epígrafe. Leiam o que vai abaixo.
*
A covardia coloca a questão: É seguro?
O comodismo coloca a questão: É popular?
A etiqueta coloca a questão: Ë elegante?
Mas a consciência coloca a questão: É correto?
E chega uma altura em que temos de tomar uma posição que não é segura, não e elegante, não é popular, mas temos de fazê-lo porque a nossa consciência nos diz que é essa a atitude correta.
Martin Luther King
Caros colegas Conselheiros,
Há 10 anos iniciei minha vida dentro do Conselho Regional de Medicina do Paraná. Confesso que foi nesse ambiente que aprendi o real significado da palavra ÉTICA. Um conceito que possibilita o convívio entre as pessoas e traduz o conjunto de valores morais e princípios de uma sociedade. Portanto, é plural, mas auxilia cada um nas decisões cotidianas do que queremos, podemos e/ou devemos fazer. Da mesma forma, as leis norteiam o cidadão no caminho da justiça, o que, a principio, seria eticamente aceito. O grande problema é quando a lei se dissocia da ética.
No momento em que o governo federal emitiu a Medida Provisória 621/13, que instituiu o Programa Mais Médicos, criou-se um “arcabouço legal” para que o programa existisse, inclusive passando por cima de leis já consagradas. Já se passaram 70 dias, após a exposição de inúmeras incongruências da medida, modificações foram propostas, e dois decretos foram emitidos na tentativa de legitimar a ação do governo. Portanto as “leis” estão postas, mas será que todo esse processo é ético? Aos meus olhos, não.
O diagnóstico feito pelo governo de que o Brasil necessita de um maior número de médicos no sistema público é correto, para não dizer óbvio, mas, desde o inicio, os Conselhos de Medicina, criados legalmente para proteção da sociedade, têm alertado que a causa apontada e o tratamento instituído são absolutamente incorretos. A MP 621/13 passa ao largo da solução definitiva de um acesso à saúde, tanto em quantidade quanto em qualidade, condizente com as demandas do povo. Já de muito tempo se denuncia o subfinanciamento da saúde e a má gestão, porém, como de praxe, o governo federal varre para baixo do tapete sua própria sujeira, tentando se eximir da responsabilidade que lhe cabe e colocando a culpa em toda classe médica.
A vinda de profissionais formados no exterior rende manchetes diariamente, seja pela nacionalidade ou agora pelos documentos de inscrição. O vergonhoso envio de dinheiro público para a ilha de Cuba, através da contratação de profissionais subjugados, expõe a moral deste governo. Na mesma linha, a forma autoritária e açodada com que os registros provisórios nos conselhos estão sendo tratados demonstra a falta de zelo com a segurança da saúde do povo. Inúmeros problemas foram encontrados e já noticiados, como documentos trocados, falta de autenticações, falta de diplomas, falta do local de trabalho, nome do supervisor responsável, entre outros.
Após ampla celeuma, a Advocacia Geral da União admitiu em ação civil pública proposta pelo Cremers, que os requisitos dispostos na MP 621/13 podem e devem ser observados, porém o governo não tem corno atendê-los agora. Tal situação ensejou o CFM a “liberar” os CRMs da exigência de ter o nome dos supervisores, tutores e locais de trabalho, concedendo o registro e dando um prazo de 15 dias para regularização. Penso que é uma atitude no mínimo temerária, pois, uma vez liberado o registro, como voltar atrás ? Aguardar esses poucos dias para, de posse de todos os documentos, proceder o registro seria o mais sensato, como noticiamos abertamente para toda a nação durante vários dias. Lembro que há exatos 56 anos os Conselhos de Medicina foram criados e se tornaram responsáveis pela inscrição dos médicos, habilitando o exercício profissional seja definitivo ou provisório, o que possibilita a fiscalização e o julgamento dos possíveis desvios éticos cometidos. A mesma medida é tomada para qualquer médico que vem se inscrever, seja brasileiro ou estrangeiro, formado no exterior ou não. Tudo isso com o intuito de levar segurança à população; logo, penso que não podemos e não temos o direito de abrir mão do nosso dever legal.
Entretanto a pressão do governo sobre os Conselhos já passou o campo da argumentação e de forma clara passou à intimidação, colocando em risco a existência destas instituições, bem corno a moral dos conselheiros que procuram contribuir para a representação de nossa instituição. Por isso entendo que a medida tomada na plenária, de inscrever esses profissionais e aguardar o restante dos documentos, conforme orientação do CFM, pode ter sido a forma mais sensata para se evitar um mal maior. Não tenho dúvida de que sem a presença do Conselho a sociedade ficará mais desprotegida. Entretanto, essa obrigatoriedade de inscrição, ao arrepio da lei, do próprio contexto da MP 621 e da ética, me incomoda e me faz tomar uma atitude. A luta é árdua, pois a força governamental é infinitamente superior, e a preservação da instituição tem que ser priorizada. As pessoas passam, mas as instituições devem ficar.
Todos sabem que, ao longo de minha gestão, primei pela retidão de conduta e me expus demasiadamente na defesa do que entendemos ser o correto para a saúde. Devido à grande visibilidade, não me sinto nem um pouco confortável em assinar uma carteira de habilitação sem que TUDO esteja na mais absoluta correção, conforme o zelo e a isenção que sempre norteou as ações do CRM. Caros colegas, não se trata de intransigência de minha parte, mas sim de coerência. O governo, de forma unilateral, me diz que eu devo fazer, porém não posso, pois minha consciência e minha historia não permitem.
A decisão que estou tomando está sendo muito dolorosa, pois sei das implicações que traz. Pensei e pesei a minha atitude, abri mão da vaidade e me despi de qualquer apego a cargo ou status. Gostaria de pedir desculpas a vocês, meus colegas de conselho, aos funcionários, à ciasse médica e ao povo do Paraná, mas a situação está insustentável para a minha pessoa.
Diante do exposto, renuncio ao posto de Presidente do CRM-PR, mas não da luta pela definição de políticas de estado para que o acesso à saúde saia do patamar vexatório em que se encontra e faça jus ao que a Constituição Brasileira traz em seu texto, qual seja, um real direito de cada cidadão. Saio da representação e retorno para junto dos milhares de médicos que jamais se furtaram de participar desse debate, pois somos forjados nos bancos da escola para, acima de tudo, salvaguardar a vida das pessoas.
Confesso a todos que prefiro a vergonha da renúncia a ter que conviver com a vergonha de ter traído a minha consciência, pois, quando um indivíduo abre mão de suas convicções, perde sua identidade e o significado de sua existência.

Fonte: VEJA

DOMÍNIO E BV SÃO PRA PEGAR O PT

Como o dinheiro não veio da Visanet, de onde saiu o Caixa Dois ? Será que o Valério sabe ?



É do conhecimento do mundo mineral,  diria o Mino Carta, que o domínio do fato foi uma criação da Big House para pegar o Dirceu – demonstrou irrefutavelmente o estudante de Direito, assim como é possível que o professor Yves Gandra tenha defendido a Globo e a Folha, segundo advogado militante .

Foram criações tropicais, ou, como diz este ansioso blog, botaram o turbante da Carmen Miranda, cheio de bananas, na tese do professor Roxin.

O domínio do fato exige prova.

E não há um fiapo de prova contra o Dirceu, disse Gandra, o hiper-conservador.

E o que dizer do BV, da Bonificação por Volume ?

Para ferrar o Pizzolatto – e o Dirceu, o Lula e a Dilma, nesta ordem – inventou-se, primeiro, que o dinheiro da Visanet é público.

E não é.

Segundo, que o Pizzolato se meteu numa maracutaia: pagou o BV às agências do Marco Valério e, não, à Visanet.

Ladroagem da grossa !

E por que, até hoje, a SECOM, o Banco do Brasil, a Caixa, a Petrobras, a Eletrobras, o BNDES por que ninguém foi cobrar das agências o BV que a Globo lhes deu ?

(Na Inglaterra, BV se chama de “kick back”.)

Porque é do conhecimento do mundo mineral que a tese do BV foi só para ferrar o PT.

Ou o amigo navegante supõe que a SECOM, que quer ver a caveira do Pizzolatto, não disse à Conceição Lemesquanto investe na Globo, e inclui o Google entre as “mídias alternativas”, o amigo imagina a SECOM a bater na porta da Globo e dizer assim: cadê o meu BV ?

Veja, amigo navegante, não é cade o DARF.

É mais simples.

É: cadê o BV que pertence ao povo brasileiro ?

(Como se sabe, o BV é uma jabuticaba brasileira: a Globo paga uma “bonificação”- na Inglaterra tem outro nome – às agências, para que programem a Globo. E paga adiantado !)

Ninguém vai cobrar o BV da Globo, porque o BV foi pra ferrar o Pizzolatto – e o Dirceu.

É uma daquelas leis que “não colam”.

O Pizolatto tem o que contar.

Fala, Pizzolatto, fala !

Se o dinheiro não era publico, da Visanet, de onde vinha a grana do Caixa Dois, Pizzolatto ?

Será que o Marcos Valério, lá de Minas, sabe ?

Agora, que não tinha maracutaia na Visanet, nem o BV às agências do Marcos Valério configurava um crime – isso não era.

Mas, quem ousa dizer que o Supremo determinou que o Governo Federal vá buscar o BV que a Globo dá as agências ?

O BV da Globo é o maior faturamento das 90 maiores agências de publicidade do Brasil .

Viva o Brasil !
Fonte: conversaafiada.com.br

Rock in Rio agradece ao respeitável público

Entra hoje em rede nacional o vídeo do Rock in Rio com mensagem de agradecimento ao público. Durante sete dias de evento, o festival teve 85 mil pessoas por dia e mais de 160 atrações. 

Para divulgar a mensagem de agradecimento, a Artplan, agência responsável por toda a comunicação do Rock in Rio, criou um filme dirigido por Kiko Lomba que mostra uma câmera circulando por um dos palcos do evento e que aproxima para uma bateria que "veste" a bandeira do Brasil. Ao fundo, um arranjo instrumental com o Hino Nacional Brasileiro. A criação do anúncio é de Gustavo Tirre e Alessandra Sadock.

Fonte: O Globo

9/24/2013

Destaques do judiciário podem virar candidatos em 2014; Site faz críticas

Sempre disposta, em seus tempos de presidente do Conselho Nacional de Justiça, a usar a mídia para amplificar seus atos no cargo, a juiza Eliana Calmon acaba de revelar o objetivo de sua postura.
Depois de aparecer em jornais e revistas como uma espécie de paladina da limpeza moral do Poder Judiciário, ela admitiu neste domingo 8 que pode ser candidata a senadora pela Bahia, por meio do Rede Sustentabilidade, da presidenciável Marina Silva, ou até mesmo tentar o governo do Distrito Federal, através do PDT. Em entrevista, Eliana gabou-se de estar recebendo insistentes convites das duas agremiações, inclinando-se, neste momento, pela legenda que está sendo montada por Marina (aqui).
Além da juiza que se tornou nacionalmente conhecida por detonar publicamente seus colegas de toga, outros togados importantes e famosos igualmente demonstram pendores para uma carreira político-partidária.
Antes de se tornar presidente do STF, Ayres Britto, sob o codinome Calim do PT, foi candidato a deputado federal pelo partido, sem o sucesso esperado. Hoje, imediatamente após se aposentar no STF, Britto é um dos principais auxiliares na área jurídica do Rede. Se quiser, neste partido ele terá as portas abertas para uma nova investida na política.
Nas pesquisas de opinião sobre o voto para presidente em 2014, o atual presidente do Supremo, Joaquim Barbosa, sempre aparece em destaque. Mesmo sem ter, ainda, uma filiação partidária, ele, na prática, efetuou um culto à própria personalidade como relator da Ação Penal 470, primeiro, e, atualmente, no cargo mais alta da Corte. Teatral e intempestivo, Barbosa ganha as manchetes como um destemido com pressa de prender os corruptos. Na chefia do CNJ, seguindo o exemplo de Eliana, ele brilha na mídia tradicional com ataques seguidos a magistrados.
ALTO RISCO NAS DECISÕES - O problema com juízes que buscam a trajetória política é o alto risco embutido de que tenham conduzido sua carreira de decisões jurídicas mais para atender aos humores do público do que em linha com a palavra fria da lei. Entre uma sentença de aplauso fácil e outra de difícil compreensão imediata, mas tecnicamente mais correta, a tendência entre magistrados afeitos à política é escolher a primeira alternativa. Aclamados pelas multidões, apenas esperam o momento certo para mostrarem suas verdadeiras intenções – como Eliana Calmon faz agora, depois de atuar pesado na desestruturação da máquina judiciária que considera corrompida.
É difícil distinguir, num juiz que quer ser político, onde termina o primeiro para começar o segundo. Cidadão especial, com uma série de garantias constitucionais para o exercício da magistratura, ele não abre mão de nenhum dos recursos de seu cargo até o momento de declarar seu novo destino. Obtém, assim, uma grande vantagem competitiva sobre os demais candidatos. Afinal, a base de conteúdo comum às candidaturas dos 'com toga' é invariável: limpeza moral das instituições, varredura na corrupção e rompimento com o establishment.
Na prática, candidaturas deste tipo não combinam com um país democrático e civilizado. Os poderes especiais dos juízes existem não para o benefício pessoal deles, mas para assegurar à cidadania que uma corporação ao seu serviço dispõe de meios legais para exercer com independência o papel de fiscal das regras que organizam a sociedade.
Usar a toga e as regalias que vêm junto com ela para, sem qualquer tipo de quarentena, lançar-se de imediato na atividade política, procurando aproveitar da fama de magistrado duro e inflexível, é um flagrante de oportunismo. Um juiz tem todas as condições para realizar no próprio Poder Judiciário as suas vocações. A tentativa de mudar de campo significa uma mazela do mesmo porte das que muitas vezes são apontadas contra a magistratura. Quando um juiz acusa um colega de abuso de poder, mas ele próprio faz do cargo um trampolim para benefício futuro na política, incorre no mesmo erro. Aproveitar a investidura concedida pela sociedade para dar um salto pessoal na vida pública soa muito mais como oportunismo do que como projeto legítimo.
Uma lei específica deveria formalizar o que deveria parecer, desde sempre, como ponto pacífico entre todos: se você quer ser juiz deve saber que não poderá, jamais, ser político. Sem isso, as decisões de quem escolhe esse caminho podem ser colocadas imediatamente sob suspeita. A ideia, afinal, era mesmo fazer Justiça ou buscar o agrado fácil que as sentenças de cunho populista costumam proporcionar?

Fonte: 180graus

Na disputa por apoio, Átila Lira e Rodrigo Martins estão sempre às sombras de Wilson Martins nas inaugurações

Governador Wilson Martins e logo atrás Rodrigo Martins(Imagem:reprodução)Governador Wilson Martins e logo atrás Rodrigo Martins
Nos últimos dois meses o governador Wilson Martins intensificou suas visitas ao interior do Estado para inaugurar obras.
Imagem: reproduçãoClique para ampliarGovernador Wilson Martins e logo atrás átila Lira(Imagem:reprodução)Governador Wilson Martins e logo atrás Átila Lira
Sempre vestido com a camisa azul quando vai inaugurar alguma obra, o governador agora tem duas personalidades que estão à sua  sombra nessas viagens, o deputado Átila Lira e o vereador de Teresina Rodrigo Martins.

Ambos do PSB e possíveis candidatos a deputado federal nas eleições que se aproximam estão sempre na cola de Wilson Martins na esperança de um apoio que possa levá-los à Câmara dos Deputados.

Cabe a seguinte indagação, quem será o preferido de Wilson Martins que receberá o seu apoio incondicional, Rodrigo Martins que é seu sobrinho e presidente da Câmara de Vereadores de Teresina ou o deputado Átila Lira que é seu amigo e o gestor da maior secretaria do Estado?

Ao que parece, Átila Lira começa a perder "terreno" para Rodrigo Martins que recebeu nesta semana a notícia de o ex-deputado Pompílio Evaristo decidiu apoiá-lo, deixando de abraçar a candidatura de seu ex-cunhado e atual secretário estadual de educação.

Fonte:  GP1

Presidente do Tribunal de Justiça abre procedimento para investigar conduta de juíza Tânia Lourenço

Em 2012, a juíza foi afastada, após o Tribunal de Justiça do Estado considerar que a magistrada tinha dificuldade em elaborar sentenças.


A presidente do Tribunal de Justiça do Piauí, desembargadora Eulália Pinheiro, instaurou procedimento administrativo disciplinar contra a Juíza de Direito Tânia Lourenço Freitas, com base na representação por excesso de prazo, de nº 222010.

A desembargadora levou em consideração relatório do corregedor geral do Tribunal de Justiça, Francisco Paes Landim, que concluiu pela demora no impulso processual por parte da reclamada, conforme o Habeas Corpus 2009.0001.004031-1.

Imagem: ReproduçãoEulália Pinheiro(Imagem:Reprodução)Eulália Pinheiro

Segundo a portaria de nº 2.216, a juíza Tânia Lourenço será investigada em face a existência de indícios de violação dos deveres inerentes ao exercício da magistratura. 

A desembargadora Eulália Pinheiro informou que a manifestação acerca do afastamento cautelar da magistrada do exercício de suas funções fica prejudicada, na espécie, por encontrar-se a requerida atualmente  sancionada com disponibilidade-punitiva, ela atualmente já está afastada do seu cargo como juíza.

Em 2012, a juíza titular da Comarca de Gilbués, Tânia Lourenço Freitas, foi afastada após o Tribunal de Justiça considerar que a magistrada tinha dificuldade em elaborar sentenças, tendo a mesma que recorrer a advogados para a elaboração de suas decisões e ainda o fato da juíza não conseguir tomar depoimentos de criminosos e até mesmo de analisar provas de processos criminais como fotos de mortes e de feridos.

Fonte: GP1