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12/03/2014

Estação Cocal


Prefeitos elegem nova diretoria da APPM para o biênio 2015-2016

A eleição ocorreu de forma tranquila com a presença de 200 dos 217 prefeitos

Três chapas disputaram nesta terça-feira (2) a eleição para a composição da nova diretoria da Associação Piauiense de Municípios (APPM). A eleição ocorreu de forma tranquila com a presença de 200 dos 217 prefeitos que estavam aptos a votar. A chapa que tinha como candidato a presidente Arinaldo Leal saiu vitoriosa do pleito.
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A chapa 10 encabeçada pelo prefeito de Hugo Napoleão, Hélio Alves, obteve 47 votos. A chapa 20 do atual presidente da APPM e prefeito de Vila Nova do Piauí, Arinaldo Leal, obteve 81 votos. Já a chapa 30 do prefeito de Campo Maior, Paulo Martins, recebeu 72 votos.
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A eleição teve a supervisão do Tribunal Regional Eleitoral e foi acompanhada pelos advogados de cada chapa. O discurso dos candidatos antes da votação era de conciliação, que mesmo após o resultado os prefeitos continuassem lutando para manter uma APPM unida e representativa dos interesses dos municípios. 
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Fonte: ASCOM

12/01/2014

Estação Cocal

Três candidatos disputam presidência da APPM; eleição será nessa terça

01/12/2014 • 17:46
A eleição para o novo presidente da Associação Piauiense de Municípios (APPM), para o biênio 2015/2016, acontece nessa terça-feira (2), a partir das 9 horas até as 17 horas, na sede da associação. Três chapas disputam o cargo.

A chapa 10 encabeçada pelo prefeito de Hugo Napoleão, Hélio Alves (PRB), a chapa 20 pelo atual presidente da APPM e prefeito de Vila Nova do Piauí, Arinaldo Leal (PSB) e a chapa 30 encabeçada pelo prefeito de Campo Maior, Paulo Martins (PT), que tem como vice a prefeita de Altos, Patrícia Leal, que optou por tirar sua candidatura e unir-se ao petista.


Arinaldo Leal, Hélio Alves e Paulo Martins

Paulo Martins e Patrícia Leal afirmaram ter o apoio de 107 prefeitos e se dizem otimistas. “Estamos otimistas, principalmente pela receptividade dos prefeitos, inclusive com declarações espontâneas de apoio a nossa candidatura. Nossas propostas estão em sintonia com a realidade dos municípios e, por isso, atendem aos anseios dos gestores”, afirma Patrícia Leal.

Candidato à reeleição, Arinaldo Leal, diz que confia no trabalho quem vem realizando para eleger-se novamente ao cargo.

“Conversando com os amigos prefeitos, resolvemos colocar nosso nome à disposição de novo, para dar continuidade no trabalho que vem sendo feito. Considerando as três chapas, já temos mais de cem prefeitos nos apoiando”, afirma.

Já Hélio Rodrigues, que faz parte da Associação de Prefeitos do Médio Parnaíba (AMPAR), conta com o voto dos associados. "Estamos otimistas para a eleição de amanhã, além dos votos dos prefeitos da AMPAR contamos ainda com o apoio dod gestores de outras regiões do Estado", comenta.

Poderão votar somente os prefeitos de municípios filiados e adimplentes com a Associação.

Fonte: Portal AZ

































10/27/2014

Estação Cocal

Eleições 2014

Dilma Rousseff derrota Aécio Neves com 51% e é reeleita presidente

Votos nulos somam 4,63% e brancos 1,71%. O índice de abstenção é de 21,09% o que corresponde a mais de 30 milhões de eleitores que deixaram de votar.

WANESSA GOMMES, DO GP1
Atualizada em 26/10/2014 - 21h02
Com 51,64% dos votos válidos, Dilma Rousseff derrota Aécio Neves e é reeleita presidente para mais quatro anos de mandato. Aécio tem 48,36%. Essa é a disputa presidencial mais acirrada desde o segundo turno das eleições de 1989.
Imagem: DivulgaçãoDilma e Aécio(Imagem:Divulgação)Dilma e Aécio
Até o momento foram apuradas 99,94% das urnas, o que corresponde a 428.642 mil.

Votos nulos somam 4,63% e brancos 1,71%. O índice de abstenção é de 21,09% o que corresponde a mais de 30 milhões de eleitores que deixaram de votar.

No primeiro turno, Dilma teve quase 43.268 milhões de votos, ou 41,6% do total de válidos. aécio recebeu 34.897 milhões de votos, ou 33,5%.

Pesquisa do Datafolha finalizada neste sábado (25) colocava Dilma à frente com 52% dos votos válidos contra 48% de Aécio.

Com a vitória, Dilma completará um período de 16 anos do PT no comando do governo federal, desde a primeira eleição de Luiz Inácio Lula da Silva, em 2002. É o dobro do tempo do PSDB, que teve dois mandatos com Fernando Henrique Cardoso (1995-1998 e 1999-2002). Desde antes da reeleição de Dilma, o PT trabalha com a hipótese de uma nova candidatura de Lula em 2018, conforme voltou a defender neste domingo o presidente do partido, Rui Falcão.

No início da campanha, a petista manteve-se na dianteira nas pesquisas de intenção de voto, mas depois chegou a ter a liderança ameaçada por Marina Silva (PSB), derrotada no primeiro turno, e Aécio, que chegou a aparecer numericamente à frente dela no segundo turno.

Foi também a sexta eleição marcada pela polarização entre PSDB e PT, que desde 1994 sempre chegaram nas duas primeiras posições na corrida presidencial. Assim como em 2010, a candidatura de Marina despontou neste ano como terceira força, alcançando 21,3% dos votos no primeiro turno.

Campanha
Tanto no primeiro quanto no segundo turno, a campanha eleitoral para a Presidência neste ano foi marcada pelas críticas entre os candidatos. Se na primeira fase da disputa, os ataques do PT se concentraram em Marina – apontada como inconsistente – na segunda, a campanha petista mirou a candidatura de Aécio, associando-a ao "retrocesso".

Marina passou a ser alvo tanto do PT quanto do PSDB com sua rápida ascensão nas pesquisas após a morte de Eduardo Campos, candidato do PSB até agosto, quando morreu em acidente aéreo que vitimou outras seis pessoas, entre assessores e tripulantes.

Até então, as pesquisas indicavam uma situação de estabilidade, com Dilma à frente e Aécio em segundo. O tucano já havia enfrentado denúncias de suposta concessão irregular para um tio de um aeroporto na cidade de Cláudio (MG), mas a candidatura dele começou a perder fôlego após a morte de Campos.

Uma das principais críticas do PT a Marina Silva foi a defesa da independência do Banco Central, que propunha mandatos fixos para diretores condicionado ao combate à inflação. Nas propagandas e discursos, a campanha petista dizia que a medida favoreceria os banqueiros; na TV, foi mostrada uma família sem comida no prato. Marina respondia dizendo que a rival tentava "ressuscitar o medo” na campanha e fazia “terrorismo eleitoral”.

Pelo lado do PSDB, Marina era atacada por ter sido filiada ao PT, inclusive nos períodos em que o partido enfrentava escândalos de corrupção, como o mensalão. A candidatura de Marina também foi posta em xeque após mudanças em seu programa de governo. Quando o programa foi lançado, em 29 de agosto, havia defesa do casamento gay e da energia nuclear. No dia seguinte, os tópicos foram retirados, sob alegação de erro na edição do documento.

Marina foi perdendo pontos nas intenções de voto e acabou ultrapassada por Aécio na semana que antecedeu o primeiro turno. Nas urnas, Dilma obteve 41,6% dos votos válidos e Aécio 33,5%, resultado que levou a disputa para o segundo turno.

Nas três semanas de disputa direta entre a petista e o tucano, as críticas se concentraram na corrupção e na economia. Aécio explorou o escândalo na Petrobras, responsabilizando o governo pelos supostos desvios e propina pagos a políticos pelo ex-diretor Paulo Roberto Costa. Dilma reagiu dizendo que a oposição tentava dar um golpe ao explorar o caso. Defendeu-se ainda afirmando que a PF teve autonomia para investigar, e os casos de corrupção não eram escondidos "debaixo do tapete".

No campo da economia, a petista insistiu que o retorno do PSDB ao poder seria uma "volta ao passado", segundo ela, com arrocho salarial, desemprego e queda na renda dos trabalhadores. O tucano, por sua vez, enfatizou a alta da inflação no governo Dilma aliado ao baixo crescimento da economia; como solução, pregou mais credibilidade e transparência nas contas públicas para atrair de volta o investimento produtivo ao país.

Nas duas últimas semanas da campanha, os ataques se intensificaram nas propagandas, debates na TV e atos de campanha pelas ruas do país. Além de criticar a política econômica do PSDB, Dilma passou a dizer que os tucanos não governavam para os pobres, apontando uma menor abrangência dos programas sociais na época de FHC. O discurso foi reforçado por Lula, que participou ativamente da campanha e chamou Aécio de "filhinho de papai", o acusou de ser agressivo com mulheres e o condenou por recusar o teste do bafômetro numa blitz em 2012.

Além da Petrobras, Aécio acusou o PT de promover uma divisão no país, entre ricos e pobres e Sudeste-Sul contra Norte-Nordeste. O tucano recebeu apoio de Marina Silva e outros candidatos derrotados na eleição e passou a se queixar da "campanha de desconstrução", segundo ele, feita pelo PT. Num dos debates mais tensos da TV, Aécio ainda rebateu a acusação de ter empregado a irmã no governo de Minas ao dizer que um irmão de Dilma também havia sido nomeado pela Prefeitura de Belo Horizonte durante administração do PT.

*Com informações do G1

10/26/2014

Estação Cocal

Confira aqui a apuração de votos para presidente em Cocal Piaui





FFonte: Blog do Coveiro




8/18/2014

Estação Cocal

O sorriso de Marina

ISADORA PERON
Segunda-Feira 18/08/14

Ao lado de caixão de Campos, vice conversou com familiares e lembrou ‘causos’ da campanha

Eram 4h30 da manhã de domingo no Palácio do Campo das Princesas quando Marina Silva foi avisar a viúva de Eduardo Campos, Renata, que iria para o hotel descansar um pouco. Estava junto da família do ex-governador desde o dia anterior.
Naquela hora, o velório do político morto tragicamente num acidente aéreo estava mais vazio. As centenas de pessoas que haviam esperado o corpo já haviam ido embora. As 100 mil que acompanhariam a missa daquele dia ainda não haviam chegado.
Os filhos de Campos estavam, literalmente, debruçados sobre o caixão. Marina se aproximou e, antes de partir, engatou uma conversa saudosa sobre “causos” da campanha com Renata e os filhos. Por alguns instantes, todos sorriram.
Márcio Fernandes/Estadão
A foto desse momento tem causado polêmica na internet. A imagem é compartilhada nas redes sociais com insinuações de que Marina, que será anunciada a nova candidata do PSB à Presidência na quarta-feira, não estivesse sofrendo com a perda do companheiro de chapa.
A ironia é que um dos “causos” contados por Marina era a lembrança de uma palavra que ela aprendera com Campos: “ingrisia”. A expressão pernambucana significa o ato de ficar arranjando problemas, de fazer picuinhas entre as pessoas.

5/24/2014

Estação Cocal

Cenário aponta para segundo turno, diz Aécio

O Estado de S. Paulo 
São Paulo – O pré-candidato do PSDB à Presidência da República, senador Aécio Neves, afirmou que a mais recente pesquisa Ibope, divulgada nesta quinta-feira, 22, aponta, “cada vez mais”, para um cenário de segundo turno e para o crescimento da oposição ao governo Dilma Rousseff (PT).  ”Confirma o crescimento do conjunto das oposições, mesmo com o grau de conhecimento dos candidatos muito menor do que o da atual presidente. O que aponta, cada vez mais, para um cenário de segundo turno”, afirmou, em nota.
Segundo o pré-candidato, mais do que a intenção de voto, o desejo de mudança da população brasileira deve ser destacado. “Mas continuo entendendo que o dado mais relevante neste instante é o alto porcentual de brasileiros que clamam por mudanças profundas no País. Acredito que isso continuará a ser refletido nas próximas pesquisas”, disse o tucano. Nessa mostra, Aécio registrou crescimento de 14% para 20%, enquanto Dilma Rousseff (PT) cresceu de 37% para 40% e o ex-governador Eduardo Campos (PSB), de 6% para 11%.