SE: BNDES volta a atender o Estado; Foram liberados mais R$ 13 milhões para cidades do Interior
A Instituição já liberou R$ 140 milhões nos últimos cinco anos, sendo R$ 39 milhões em 2014Divulgação
(Brasília-DF, 30/10/2014) Nesta quinta-feira, 30, o governador do Sergipe, Jackson Barreto, e o secretário de Desenvolvimento Urbano daquele Estado, Carlos Melo, se encontraram, no Rio de Janeiro, com o presidente do BNDES,Luciano Coutinho, e o diretor da Área de Infraestrura Social da Instituição, Guilherme Lacerda. O programa “Sergipe Cidades” voltou a ser atendido pelo banco e vai receber R$ 13 milhões para ser ofertados a cidades do interior do EstadoOs recursos avalizam a continuidade de obras como escolas profissionalizantes, Centros Integrados de Segurança Pública, ginásio de esportes e mercados municipais.Os investimentos serão destinados para as cidades de Poço Redondo, Indiaroba, São Domingos, Brejo Grande, Pinhão, Ilha das Flores, Cedro de São João e Riachão do Dantas.O Secretário de Estado de Desenvolvimento Urbano, Carlos Melo explicou que o Programa prevê o investimento de R$ 250 milhões do BNDES em obras nos 75 municípios sergipanos. Desse total, já foram liberados R$ 140 milhões.“Esses recursos são de suma importância para garantir a conclusão de importantes obras que estão em andamento. De um total de R$ 250 milhões do programa Sergipe Cidades, o BNDES já liberou R$ 140 milhões nos últimos cinco anos, sendo R$ 39 milhões em 2014. Durante a reunião, a direção se comprometeu a liberar outra parcela de R$ 13 milhões em dezembro. A expectativa é que possamos concluir essas obras até o final de 2015”, disse.Jackson Barreto destacou que o “Sergipe Cidades” visa elevar a competitividade econômica, diversificar a base produtiva e distribuir melhor a renda nos territórios com obras como Centros Empresariais Integrados, Centros Vocacionais Tecnológicos, mercados, pavimentação, terminais rodoviários e escolas profissionalizantes.Marcelo DêdaO falecido governador Marcelo Déda lançou, em 2009, o Programa Sergipe Cidades que tem como sua principal meta a promoção do desenvolvimento urbano sustentável em todo o estado, através de investimentos em obras cuja finalidade é fortalecer o progresso e fomentar desenvolvimento econômico e social, garantindo à população sergipana melhorias significativas em sua qualidade de vida.Ao longo dos cinco anos de atividades, informa a assessoria do Governo do Sergipe - 55 municípios dos oito territórios sergipanos receberam 100 obras, distribuídas na construção de um sistema de abastecimento de água, implantação de um sistema de esgotamento sanitário, construção de um terminal rodoviário, urbanização de uma rodovia estadual, urbanização de ruas, urbanização de orla turística, construção de um mercado municipal, edificação de um centro comunitário, construção de um destacamento de bombeiro militar, três creches, 11 delegacias (sendo que uma delas, de grande porte), 16 praças, 23 quadras poliesportivas e a pavimentação granítica de 38 ruas e avenidas, sendo que, em muitos deles, não apenas a sede foi beneficiada, mas também diversos povoados, a exemplo do Povoado Sítios Novos em Poço Redondo, que foi contemplado com a pavimentação de várias ruas, a construção de uma creche e de uma quadra poliesportiva.( da redação com informações de assessoria com edição de Genésio Araújo Jr)
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10/30/2014
Estação Cocal
8/22/2014
Estação Cocal
Proposta
O candidato a deputado federal Heráclito Fortes defende a criação de uma lei determinando que o Estado produtor de energia seja também o seu consumidor preferencial. Isto porque os Estados produtores estão sendo prejudicados por vender toda a sua energia. Pela proposta, eles teriam prioridade na compra de até 30% da energia elétrica produzida em seus territórios.
De acordo com Heráclito, na chapada do Araripe poderão ser investidos mais de 5 bilhões de reais, produzindo em torno de 1300 MW de energia nas cidades de Simões, Caldeirão Grande, Padre Marcos, Bethânia, Curral Novo e Marcolândia. Além disso, com o parque eólico Complexo Delta Ômega serão produzidos 70MW de energia no litoral piauiense, um empreendimento de cerca de 650 milhões. “Concluído o projeto eólico, o Estado poderá produzir, nos próximos 4 ou 5 anos, uma quantidade de energia superior a 12 barragens de Boa Esperança. Portanto, não é justo que um estado que produza toda essa energia não tenha, sequer, o direito de usufruir dela”, afirma Heráclito.
Ele ressalta ainda que a preferência a ser definida na lei não significa vantagem nos preços ou outros aspectos comerciais, mas serve para evitar o quadro atual, "em que 100% da energia produzida nos estados do Nordeste tem sido comercializada para os estados do Sul e Sudeste, não sobrando nada para consumo local”, diz. No entanto, destaca, caso o estado produtor esteja numa situação confortável de energia elétrica, os 30% de preferência poderiam ser livremente comercializados para qualquer outra unidade da federação.
A proposta de Heráclito se deve à crise por que passa o setor elétrico no Brasil, especialmente no Piauí, onde a situação se agravou nos últimos anos com as constantes quedas de energia na capital e interior do Estado e com o péssimo serviço oferecido pela Eletrobras. O problema, destaca, não atinge apenas o cidadão comum, mas impede também a instalação ou ampliação de empresas e indústrias no Estado, prejudicando o desenvolvimento econômico do Estado.
*Com informações da assessoria do candidato
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Heráclito defende criação de lei que prioriza Estado produtor de energia
Segundo o candidato, os Estados produtores estão sendo prejudicados por vender toda a sua energia. Pela proposta, eles teriam prioridade na compra de energia elétrica produzida em seus territórios.
Imagem: Divulgação
Heráclito Fortes
*Com informações da assessoria do candidato
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