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4/20/2019

Decisão de Toffoli libera ex-presidente Lula para conceder entrevista




Foto: Reuters / Paulo Whitaker 
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, decidiu ontem (18) arquivar sua decisão que impediu o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva de conceder entrevistas à imprensa.  
Desde 7 de abril do ano passado, Lula está preso na carceragem da Polícia Federal (PF) em Curitiba para cumprir pena inicial de 12 anos e um mês de prisão, imposta pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro no caso do triplex do Guarujá (SP).
Com a medida, o ex-presidente poderá conceder uma entrevista ao jornal Folha de São Paulo, que teve pedido rejeitado pela Justiça Federal em Curitiba. 
Após a decisão, Toffoli enviou o caso para Lewandowski, que deverá determinar a autorização para a entrevista.
"Determino o retorno dos autos ao gabinete do relator para as providências cabíveis, uma vez que não há impedimento no cumprimento da decisão proferida pelo eminente relator nesta ação e naquelas apensadas", decidiu. 
No ano passado, durante as eleições, Toffoli suspendeu uma decisão do ministro Ricardo Lewandowski que liberava a entrevista.
Nesta quinta-feira, ao analisar a questão novamente, o presidente informou que o processo principal do caso, relatado por Lewandowski chegou ao fim e sua liminar perdeu o efeito. 
Antes de o caso chegar ao STF, a juíza federal Carolina Lebbos, da 12ª Vara Federal de Curitiba, negou o pedido de autorização solicitado por órgãos de imprensa para que o ex-presidente conceda entrevistas.
Ao decidir o caso, a magistrada entendeu que a legislação não prevê o direito absoluto de um preso à concessão de entrevistas. “O preso se submete a regime jurídico próprio, não sendo possível, por motivos inerentes ao encarceramento, assegurar-lhe direitos na amplitude daqueles exercidos pelo cidadão em pleno gozo de sua liberdade”, entendeu a juíza.
* Com informações da Agência Brasil



10/30/2015

Estação Cocal

Caio Bucar diz que Wilson usou Wellington para se eleger governador

"Esse cidadão, quando quis ser governador ter usado o PT, através do governador Wellington Dias, para chegar ao poder", criticou.

GERMANA CHAVES, DO GP1

O vereador de Teresina Caio Buscar (PSB) rebateu, durante entrevista ao GP1as declarações do ex-governador Wilson Martins e disse que oportunismo foi o ex-chefe do executivo estadual ter usado o PT e o governador Wellington Dias para conseguir sentar na cadeira do Palácio de Karnak. O parlamentar ainda acrescentou que Wilson tenta “sobreviver a derrota humilhante” que sofreu nas eleições gerais de 2014 e que o mesmo tem buscado espaços na mídia, mas avisou que não vai dar margem para que isso ocorra. 
Imagem: Germana Chaves / GP1Vereador Caio Bucar(Imagem:Germana Chaves / GP1)Vereador Caio Bucar
“Ele utiliza a palavra que quiser. Oportunismo foi, eu acho que o povo viu, esse cidadão, quando quis ser governador ter usado o PT, através do governador Wellington Dias, para chegar ao poder. Eu acho que oportunismo é muito mais forte nesse sentido. Não quero entrar em polêmica, não quero trocar farpas, não quero dar esse espaço, essa mídia que ele precisa”, disparou o parlamentar que seguiu rebatendo as críticas de Wilson.

“Nós sabemos que o ex-governador tem tentado espaços na mídia, tem tentado sobreviver depois daquela derrota humilhante por qual ele passou. Ele tem procurado esses espaços e não vai ser através do vereador Caio Bucar que vai conseguir. Eu respondo a ele, de acordo com o que ouvi do padre Nildo durante a Missa da Misericórdia, no bairro Primavera. O Padre disse que quando o mal lhe ataca dê o silêncio como resposta, pois, o mal por si só, se destrói. Por isso, o povo do Piauí já deu a resposta a esse cidadão”, completou o vereador.  
Imagem: Lucas Dias/GP1Wilson Martins(Imagem:Lucas Dias/GP1)Wilson Martins

Ao ser questionado se o ex-governador seria um mal para o Piauí, Caio voltou a dizer: “o povo do Piauí já deu a resposta a ele na última eleição, quando o povo descobriu quem ele era”. 

O estopim

O estopim para a troca de farpas entre os dois políticos socialistas foi o fato de o ex-governador ter chamado Caio Bucar de oportunista e ter assegurado que o mesmo não possui o perfil do partido.

O convite

O vereador Caio Bucar ainda esclareceu que foi para o PSB a convite de lideranças do partido, sobretudo, de Wilson Martins. 

“Fui para o PSB a convite dele quando ainda era governador, a convite de Rodrigo Martins, época vereador, e do ex-deputado Pompílio Evaristo. O ex-governador assumiu comigo vários compromissos, mas nunca cumpriu com nenhum deles. Eu sou vereador pelos 3.827 votos que recebi do povo de Teresina”, rebateu.

Saída do PSB

Caio Bucar assegurou que no momento que a lei permitir vai deixar o PSB. “Até hoje tenho me mantido calado com relação ao PSB. Não ataquei ninguém e sempre disse que na oportunidade que tiver, sairei do partido. Sempre fui claro já que não faço parte. Estou esperando a janela que a lei faculta e que foi votada pela câmara federal. Em março, eu vou mudar de partido”, assegurou o vereador. 

Debandada

Caio ainda colocou que várias lideranças deixaram o PSB e assegurou que o próprio presidente do partido em Teresina, o vereador Tiago Vasconcelos, revelou interesse de sair da sigla. 

“Se for colocar hoje, os suplentes do partido: o Ubirani Rocha, o professor Julimar, Trajano, a Socorrinha todos eles já deixaram o partido e só podem ter feito algo muito ruim para esse povo todo. Eu nem gosto de falar porque quem tem essa prerrogativa é o presidente do partido, Tiago Vasconcelos, que aliás, quer sair do partido, por isso, eu nem preciso mais falar nada”, disse Bucar. 

9/17/2015

Estação Cocal

Elmano diz a Temer que não é momento para mudar de partido

"Esse não é momento para tratar de mudança, pois vou esperar o resultado dessa reforma", disse o senador

GERMANA CHAVES, DO GP1

Depois de se reunir, há cerca de duas semanas com o vice-presidente da República, Michel Temer, com o presidente do PMDB no Piauí, deputado federal Marcelo Castro e com o presidente da Assembleia Legislativa do Estado, Themístocles Filho, o senador Elmano Férrer concluiu que esse não é o momento para pensar em deixar o PTB para se filiar ao PMDB. O senador explicou ao GP1, nesta quinta-feira (17), que antes de adotar qualquer medida é preciso dialogar com os aliados do Congresso Nacional e com os membros petebistas do Piauí e justificou que frente à crise que o país enfrenta não é prioridade tratar de eleições.
Imagem: Lucas Dias/GP1Elmano Férrer(Imagem:Lucas Dias/GP1)Elmano Férrer
“A reunião foi intermediada pelo Marcelo Castro e pelo Themístocles e lá falamos da possibilidade de eu ir para o PMDB. Mas, expliquei que esse não é momento para tratar de mudança, pois vou esperar o resultado dessa reforma [política] e claro, eu ainda teria que conversar com os companheiros da Câmara dos Deputados, do Congresso e com os aliados do Piauí. Eu já conversei demoradamente com os senadores Armando Monteiro e com o Collor e os dois também acham que eu estou correto quanto a esse assunto. Eu expliquei minha posição também ao Michel Temer e ele compreendeu o meu lado. Essas coisas só devem ser discutidas mais pra frente agora não é o momento correto. Há muita incerteza. Minha preocupação maior é dialogar e procurar saídas para esse momento nebuloso que o Brasil enfrenta”, esclareceu o senador, que com esse posicionamento desmente os boatos de que a ida para o PMDB estaria acertada. 

União e Força

Elmano lembrou que integra um grupo formado por nove senadores denominado União e Força e explicou que antes de qualquer definição é necessário ouvi-los. “Nove senadores integram o grupo União e Força que conta com membros do PTB, PR, PRB e PSC. Sobre qualquer mudança que eu viesse fazer teria que conversar ainda com esse pessoal. Por isso, sempre digo que não e momento para se discutir eleição. Hoje vivemos uma crise dos estados do Brasil e isso é muito preocupante, pois não sabemos que desdobramentos esses problemas terão em nossas vidas”, reforçou.

União entre PTB e PDT

Elmano Férrer ainda revelou ao GP1 o desejo de ver o PTB e o PDT alinhados novamente. Ele recordou que o Partido Trabalhista Brasileiro deu origem ao Democrata Trabalhista depois que lideranças políticas descontentes com a primeira agremiação decidiram fundar o PDT.

“Eu ainda não tinha dito isso pra ninguém da imprensa. Eu coloquei esse meu desejo para a presidente nacional do PTB, Cristiane Brasil. Tenho muita vontade de ver esses dois partidos unidos novamente. Não podemos esquecer que o PDT surgiu depois que líderes petebistas descontentes decidiram criar esse novo partido, à época. Se essa união ressurgisse seríamos a terceira maior bancada do Congresso. Gostaria de voltar a ver o PTB de antes, forte e unido. Coisa que não presenciamos hoje”, lamentou.

11/28/2014

Estação Cocal

Senador João Vicente Claudino critica a direção nacional do PTB

"Foi um erro e o PTB tem que reavaliar isso. A direção nacional levou o partido pra oposição e mais uma vez errou, contrariando o sentimento da maioria de suas lideranças", criticou.

GERMANA CHAVES, DO GP1
Atualizada em 28/11/2014 - 21h27
O senador João Vicente Claudino (PTB) visitou o GP1, oportunidade em que concedeu entrevista exclusiva a nossa equipe e tratou sobre diversos temas que vão desde as eleições de 2014 até o pleito municipal de 2016.

Ao iniciar a entrevista, o senador criticou com veemência a postura adotada pela direção nacional do PTB nas eleições para presidência da República. Ele lamentou o fato de o partido, mais uma vez, ter decidido romper com a presidente Dilma Rousseff para apoiar a candidatura de Aécio Neves (PSDB)
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Imagem: Bárbara Rodrigues/GP1João Vicente Claudino(Imagem:Bárbara Rodrigues/GP1)João Vicente Claudino
João Vicente alertou que se a executiva nacional do partido permanecer adotando decisões que sobrepõem o desejo da maioria há grande possibilidade de haver uma debandada do PTB em todo o país.

“Essa semana foi de discussões com deputados e senadores em relação às decisões contrárias da direção nacional. Se o PTB nacional não adotar uma postura diferente, não só com esses compromissos do Governo, mas, sobretudo internamente, pode haver uma debandada grande do PTB a nível nacional”, garantiu.

Em uma breve análise, João Vicente mostrou que todos os estados que mantiveram o apoio à presidente, alcançaram resultados positivos nestas eleições. Para ele, a direção nacional petebista mais uma vez cometeu um erro ao decidir apoiar Aécio Neves.
Imagem: Bárbara Rodrigues/GP1João Vicente Claudino(Imagem:Bárbara Rodrigues/GP1)João Vicente Claudino
“Foi um erro e o PTB tem que reavaliar isso. A direção nacional levou o partido pra oposição e mais uma vez errou, contrariando o sentimento da maioria de suas lideranças. O PTB possui 25 deputados federais e destes, 20 não concordam e são Governo. Dos três senadores eleito todos são Governo”, afirmou.

Ao citar as executivas estaduais que alcançaram resultados expressivos ao permanecerem com a presidente Dilma, João Vicente tomou como exemplo o PTB do Piauí, que obteve um salto positivo neste pleito.

“Os que permaneceram com a presidente, conseguiram bons resultados como o Piauí. Mantivemos a vaga no Senado, dobramos o número de deputado federal de um pra dois e ampliamos a quantidade de deputados estaduais. Agora, os dois senadores do PTB que votaram na oposição perderam”, comparou.
Fonte: GP1

10/28/2014

Estação Cocal

"Estou à disposição, seja em Brasília ou aqui", diz Merlong Solano sobre secretaria

"O cargo de secretário é político, mesmo que a pessoa não seja um deputado ou vereador, mas o secretário tem que está alinhado com o projeto do Governador", frisou.

BRUNNO SUÊNIO, DO GP1
Atualizada em 28/10/2014 - 09h03
O deputado estadual, Merlong Solano (PT), participou do programa Bom Dia Meio Norte na manhã desta terça-feira (28) e falou sobre possibilidade de assumir a Secretaria da Educação na gestão do governador eleito Wellington Dias, além de outras discussões envolvendo o processo eleitoral, com a eleição de Dilma Rousseff.

De acordo com o deputado, a sua decisão em concorrer a uma vaga na câmara federal, em última hora, demonstrou que ele está alinhado com o projeto político do PT e por esse motivo está preparado para novos desafios, diante da possiblidade em assumir a Secretaria da Educação.

“Eu sou um militante do PT e estou sempre à disposição para servir esse projeto, seja em Brasília ou aqui, mas eu prefiro ficar”, afirmou o Merlong Solano, que completou: “O cargo de secretário é político, mesmo que a pessoa não seja um deputado ou vereador, mas o secretário tem que está alinhado com o projeto do governador”, frisou.

Imagem: Wilson FilhoMerlong Solano(Imagem:Wilson Filho)Merlong Solano
Sobre a terceira gestão de Wellington Dias à frente do Estado, Merlong Solano se diz bastante tranquilo para discutir aquilo que é importante para o Piauí e dá um recado à oposição: “Não tenho medo de discutir corrupção. Se tem alguém que se dispõe em acompanhar o governo com lupa não me preocupo”, enfatizou.

O deputado comentou ainda vitória de Dilma Rousseff sobre o tucano Aécio Neves. “A gente teve a oportunidade de conversar com a presidente Dilma e ela está extremamente grata. A gente saiu de 70% no primeiro turno para 78% no Piauí”, afirmou. Para ele, a reeleição de Dilma Rousseff tem sua base do desempenho que o país tem apresentado nos últimos anos. “O governo tem conseguido combinar o controle da inflação com os investimentos públicos”, ressaltou. 

Fonte: GP1