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5/27/2019

Presidente Bolsonaro propõe pacto com Legislativo e Judiciário




O presidente Jair Bolsonaro, assiste à apresentação da 2ª Fase da Campanha Publicitária da Nova Previdência.
Por Andreia Verdélio
O presidente Jair Bolsonaro defendeu um pacto entre os Três Poderes da República para a aprovação das reformas que destravem a economia e promovam o desenvolvimento do país. “Temos tudo para ser uma grande nação. Falta nós, aqui em Brasília, conversarmos um pouco mais, discutirmos o que temos que votar em especial, e juntos fazer aquilo que povo pediu por ocasião das eleições e por ocasião das manifestações do dia de hoje [ontem, 26]”, disse o presidente em entrevista ao programa Domingo Espetacular, da Rede Record, na noite de ontem (26).
Atos em apoio ao governo Bolsonaro ocorreram neste domingo (26) em várias cidades do país. Os apoiadores defenderam, entre outras pautas, a reforma da Previdência, o pacote anticrime, o porte e posse de armas, além de ministros do governo como o da Justiça, Sergio Moro, e o da Economia, Paulo Guedes.
O presidente disse que conversará com os presidentes da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, do Senado Federal, David Alcolumbre, e do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli, sobre esse pacto e as propostas para o país. “Estamos em harmonia [com os líderes dos poderes], mas acho que falta conversar um pouco mais, e a culpa é minha também, para que nós coloquemos na mesa o que nós temos que aprovar, o que também temos que revogar porque tem muita legislação que atrapalha o crescimento do Brasil”, disse.
Para o presidente, as manifestações deste domingo (26) foram um recado aos Três Poderes e “para todos aqueles que, de uma forma ou de outra, interferem na feitura de leis, de modo que essas leis venham a ser feitas de forma mais rápida, para que saiamos dessa situação crítica que nos encontramos”.
“Então precisamos de pautas outras, de uma reforma tributária, precisamos destravar nossa economia, votar coisa que facilite você empreender no Brasil, que você tenha prazer em ser patrão e dessa maneira apareçam empregos para tirar o Brasil da ociosidade que se encontra”, disse Bolsonaro.
Reforma da Previdência
Sobre a articulação política para a aprovação das reformas, em especial a da Previdência, Bolsonaro disse que, na medida do possível, tem recebido parlamentares em seu gabinete e mantém o diálogo com Rodrigo Maia e Davi Alcolumbre para destravar as pautas governistas. “Tenho conversado com eles. Eles têm essa vontade também, mas alegam, em parte, que têm o problema de algumas lideranças que pensam de maneira contrária”, disse o presidente, destacando a autonomia do Parlamento.
Para Bolsonaro, aprovar a reforma de Previdência é importante para o Brasil não “sucumbir economicamente”, apesar de ser desgastante, já que mexe com a vida do trabalhador. “Como o Paulo Guedes {ministro da Economia] falou há pouco, ficaria insustentável nossa situação econômica”, disse o presidente, negando a existência de conflitos com o ministro. “Fizeram até fofoca que eu teria falado que ele pode ir embora [se não aprovar a nova Previdência]. Não é que ele pode ir embora, se o Brasil economicamente naufragar acaba a função dele, vai administrar o que? Dívidas?”, disse.
Estados
O presidente Jair Bolsonaro falou ainda de suas intenções de dar mais liberdade aos estados para legislarem sobre questões específicas, reformando a Constituição no que for possível. “Gostaria que cada estado tratasse do seu código penal, da sua legislação ambiental, do seu código de trânsito. Gostaria que eles tratassem desses assuntos e, assim sendo, deixar a União pensar naquilo que é mais importante no macro, e essas coisas um pouco menores fiquem para os estados”, disse.
Como exemplo, o presidente citou a Assembleia Legislativa do Pará, que teria um conhecimento mais profundo sobre a questão mineral do estado para decidir sobre a legalização dos garimpos. “Ou a questão indígena. Quem tem que tratar desse assunto é o estado do Amazonas, já que em grande parte está lá os nossos índios”, argumentou Bolsonaro.
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4/05/2019

Bolsonaro indica que ministro da Educação sairá na segunda



 Foto: Valter Campanato/Agência Brasil 
O presidente Jair Bolsonaro indicou que o ministro da Educação, Ricardo Vélez, deve deixar o comando da pasta na próxima segunda-feira (8).  
"Está bastante claro de que não está dando certo. Ele é bacana e honesto, mas está faltando gestão, que é coisa importantíssima", disse o presidente em um café da manhã, nesta sexta (5), com jornalistas no Palácio do Planalto. A Folha estava entre os convidados.
De acordo com Bolsonaro, na segunda-feira, "tira a aliança da mão direita e põe na esquerda ou põe na gaveta. Vamos supor que seja a saída dele (Vélez)". O presidente indicou ainda que não descarta reaproveitar o ministro em outra área do governo.
"Até segunda, vai ser resolvido, ninguém mais vai reclamar. Vélez é boa pessoa. Quem vai decidir sou eu. Segunda é o dia do fico ou não fico", disse o presidente.

* Com informações da FolhaPress


3/13/2019

'Monstruosidade e covardia' diz Bolsonaro sobre massacre em escola




 Foto: Isac Nóbrega/PR
A Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República divulgou nota lamentando o massacre ocorrido em uma escola estadual em Suzano, na Grande São Paulo. O governo federal se colocou à disposição para auxiliar na apuração do crime.
“Mais uma vez, nosso país é abalado por uma grande tragédia. O Governo Federal manifesta seu profundo pesar com os fatos ocorridos na cidade de Suzano, em São Paulo, apresentando suas condolências e sinceros sentimentos às famílias das vítimas de tão desumana ação. Ao Estado de São Paulo, colocamos nosso total apoio para auxiliar na apuração dos fatos”, diz a nota.
Mais cedo, o vice-presidente da República, Hamilton Mourão, também lamentou o ocorrido e apontou os jogos violentos de videogame como influências negativas para os jovens.
Há pouco, o presidente Jair Bolsonaro se pronunciou pelo Twitter: Presto minhas condolências aos familiares das vítimas do desumano atendado ocorrido hoje na Escola Professor Raul Brasil, em Suzano, São Paulo. Uma monstruosidade e covardia sem tamanho. Que Deus conforte o coração de todos!
A Polícia Militar informou que dois jovens armados e encapuzados invadiram a Escola Estadual Raul Brasil e dispararam contra os alunos. De acordo com último balanço divulgado pela polícia, dez pessoas ficaram feridas e dez morreram, sendo cinco alunos, dois funcionários, os dois atiradores e o dono de uma locadora de carros que ficava perto da escola.
Segundo a Polícia Civil de São Paulo, os autores do crime são Guilherme Taucci Monteiro, de 17 anos, e Luiz Henrique de Castro, de 25 anos, ex-alunos. A motivação para o crime ainda está sob investigação. Guilherme estudou no colégio até o ano passado. 
*Com informações da Agência Brasil.


3/11/2019

Governo escala militar para coordenar redes sociais após polêmicas



Foto: Carolina Antunes/PR
GUSTAVO URIBE - BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - Em uma tentativa de evitar novas crises nas redes sociais, o governo do presidente Jair Bolsonaro escalou um militar para coordenar a estrutura de mídias digitais e reforçar a comunicação oficial do Palácio do Planalto.
Ex-chefe da assessoria de imprensa do Exército, o coronel Didio Pereira de Campos comandará uma nova estrutura chamada Comunicação Global, que ficará responsável pelo monitoramento das redes sociais, publicidade oficial e criação de conteúdo.
Com a sua chegada, a gestão das mídias digitais, que estava subordinada à secretaria de imprensa, passa a ser controlada pela nova estrutura, assim como a área de publicidade, que estava sem um gestor específico desde o início do governo.
A indicação foi feita pela equipe do ministro da Secretaria de Governo, general Carlos Santos Cruz, e ocorreu após um diagnóstico da equipe do presidente, sobretudo do núcleo militar, de que a comunicação oficial precisava ser melhorada diante das últimas polêmicas.
Na semana passada, Bolsonaro compartilhou vídeo, filmado durante o Carnaval, no qual um homem introduz um dedo no próprio ânus e recebe jato de urina na nuca. Neste domingo (10), ele divulgou relato deturpado contra uma repórter.
Os dois episódios causaram polêmica e foram criticados, em caráter reservado, por assessores presidenciais, para os quais Bolsonaro não deveria gastar seu capital político com assuntos menores no momento em que o foco do Palácio do Planalto é a aprovação da reforma previdenciária.
Eles avaliam, contudo, que o temperamento do presidente é "irrefreável", como definiu um auxiliar palaciano, e que, apesar dele já ter sido recomendado a diminuir o tom nas redes sociais, dificilmente mudará a postura, sobretudo ao ter o filho Carlos Bolsonaro (PSC-RJ) como uma espécie de consultor em redes sociais.
 coronel é descrito como um militar de perfil moderado e técnico. Apesar de sua entrada na equipe de comunicação, a estrutura geral continuará a ser chefiada por Floriano Amorim, indicado pelo posto por Carlos, que blindou as contas oficiais do pai.
O episódio da semana passada, do vídeo obsceno, foi detectado pelo monitoramento do Palácio do Planalto como desencadeador de desmobilização de apoiadores de Bolsonaro nas redes sociais.
Além do reforço na comunicação social, o Palácio do Planalto busca um profissional experiente que oriente Bolsonaro nas declarações públicas. A equipe do presidente já começou a procurar uma pessoa que se encaixe nesse perfil de conselheiro, mas tem encontrado dificuldades diante da limitação salarial dos cargos disponíveis pelo governo.
O entorno de Bolsonaro é entusiasta do nome do jornalista Alexandre Garcia, que deixou a Rede Globo no final do ano passado e ocupou o cargo de porta-voz na gestão de João Figueiredo (1979-1985), durante a ditadura militar. Ele, contudo, já sinalizou que não pretende fazer parte do governo.
* Com informações do FolhaPress

2/27/2019

Produtores rurais terão segurança jurídica, diz Bolsonaro



Durante evento, Bolsonaro afirmou que agropecuária é a "locomotiva" do País - Foto: Alan Santos/PR


Em cerimônia de posse da nova diretoria da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), na noite desta terça-feira (19), o presidente da República, Jair Bolsonaro, garantiu que os produtores rurais terão o apoio necessário do governo federal. “Contem com alguém agora na presidência que não vai mais atrapalhá-los, ou melhor, que estará ao lado de vocês para que vocês tenham a devida segurança jurídica para plantar e produzir”, afirmou em pronunciamento realizado no Clube Naval, em Brasília (DF). Além de classificar a agropecuária como a "locomotiva" da economia do País, o presidente avaliou que reformas, como a da Previdência, vão contribuir com esse e outros setores. "O Brasil só poderá andar para frente de verdade se aprovarmos essas reformas. Essa reforma não é minha, não é do Paulo Guedes, é do Brasil, é de todos nós. Com essas reformas nós deslancharemos".
A ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, também participou do evento. Ela destacou que a "responsabilidade do governo é continuar produzindo mais, produzindo com segurança alimentar, para produzir para o mundo, porque nós somos autossuficientes, e assim mesmo nós conseguimos mandar alimentos para mais de 162 países".
Em 2018, quando ainda era deputada, Tereza Cristina foi presidente da FPA.
Fonte: Planalto


Bolsonaro confirma R$ 82 milhões para adutora e diz que nordeste é prioridade




O Ministério do Desenvolvimento Regional vai liberar mais R$ 82 milhões para as obras da Adutora do Agreste, em Pernambuco. A informação foi confirmada 
pelo presidente da República, Jair Bolsonaro, em um post no Twitter na manhã desta quinta-feira (21). “O Nordeste é uma prioridade do Governo Federal”, destacou Bolsonaro na publicação.
As obras do Projeto de Integração do Rio São Francisco estão 97% concluídas. O Eixo Leste, onde está localizada a  Adutora do Agreste, garante o abastecimento de um milhão de pessoas em municípios de Pernambuco e da Paraíba. Já o outro eixo de transferência de água, o Norte, está em fase final de reparação, com esforços concentrados na recuperação do Dique Negreiros. De acordo com a empresa responsável pela obra, esses trabalhos deverão ser concluídos até o final de maio.
O governo estima investir R$ 600 milhões ao ano com a operacionalização dos dois eixos. Para reduzir os custos, são estudadas alternativas, como a implantação de placas solares ao longo dos canais para que a energia solar possa ser utilizada no bombeamento da água. A análise está sendo conduzida pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e será finalizada até o fim do ano. Desde 2017, a União tem arcado financeiramente com a pré-operação do Eixo Leste.
Fonte: Ascom/Governo


2/07/2019

Bolsonaro tem febre e tomografia revela pneumonia





O presidente Jair Bolsonaro (PSL) teve episódio isolado de febre, ontem, e foi submetido a uma tomografia de tórax e abdome que mostrou "boa evolução do quadro intestinal e imagem compatível com pneumonia", segundo boletim médico divulgado na tarde de hoje pelo Hospital Albert Einstein.
Bolsonaro passou por uma cirurgia para retirar uma bolsa de colostomia e refazer a ligação entre o intestino delgado e parte do intestino grosso no dia 28 de janeiro. Ele está internado na unidade semi-intensiva do hospital.
De acordo com o porta-voz da Presidência, Otávio Rêgo Barros, os novos exames detectaram que a pneumonia tem causa bacteriana. "Fizeram exames viral e bacteriano, e descartaram o viral. Trata-se de uma causa bacteriana", afirmou o porta-voz. "Algumas causas podem ser geradoras dessa pneumonia, mas ficar na suposição não me parece adequado”.
Um novo antibiótico foi incluído no tratamento e deve ser administrado por sete dias.
Ainda segundo o boletim, "foi realizado um ajuste na antibióticoterapia e mantidos os demais tratamentos". "[Bolsonaro] Continua sem dor, com sonda nasogástrica, dreno no abdome e recebendo líquidos por via oral em associação à nutrição parenteral." O presidente fez exercícios respiratórios e caminhou no corredor. As visitas permanecem restritas por ordem médica.
Segundo o porta-voz, "o estado de saúde do presidente é o esperado dentro desse pico térmico que lhe acometeu na noite de ontem [quarta]". "Por precaução os médicos fizeram exame de imagem, incluso tomografia por contraste. O pulmão tinha uma imagem que era compatível com pneumonia”.
Rêgo Barros afirmou: "O presidente vem recebendo administração de antibiótico de amplo espectro. Médicos optaram por acrescentar uma nova medicação. Esta ação vai debelar essa pneumonia que foi encontrada em seu pulmão".
Segundo ele, a temperatura febril do presidente chegou a "cerca de 38°C".



Fonte: Magno Martins

4/21/2015

Estação Cocal

QUASE 5 MESES DE ATRASO
DILMA SANCIONA ORÇAMENTO GERAL DA UNIÃO DE 2015
COM A SANÇÃO, O GOVERNO PODERÁ EXECUTAR INVESTIMENTOS
Publicado: 21 de abril de 2015 às 08:55

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A SANÇÃO DO ORÇAMENTO OCORRE COM QUASE CINCO MESES DE ATRASO
A presidenta Dilma Rousseff sancionou ontem (20) o Orçamento Geral da União de 2015, confirmou o Palácio do Planalto. A lei só será publicada no Diário Oficial da União na quarta-feira (22), quando será possível saber se pontos incluídos pelo Congresso Nacional, como a ampliação do Fundo Partidário, foram mantidos ou vetados.
Agora, o governo tem 30 dias para definir o contingenciamento (bloqueio) de verbas para o resto do ano. Até lá, vale o decreto que limita os gastos discricionários (não obrigatórios) entre janeiro e abril aos montantes gastos nos mesmos meses de 2013.
Os cortes são necessários para que o setor público alcance a meta de superávit primário – poupança para pagar os juros da dívida pública – de 1,2% do Produto Interno Bruto (PIB, soma das riquezas produzidas no país) em 2015.
Com a sanção do Orçamento, o governo poderá executar investimentos, como obras públicas e compras de equipamentos, com verba do ano corrente. Desde o início de 2015, todos os investimentos vinham sendo feitos por meio de restos a pagar – verbas empenhadas (autorizadas) em anos anteriores.
A sanção do Orçamento ocorre com quase cinco meses de atraso. Tradicionalmente, a lei orçamentária é aprovada pelo Congresso Nacional no fim do ano anterior e sancionada nos últimos dias de dezembro. O Orçamento de 2015 só foi aprovado pelo Congresso Nacional em março. O prazo para a sanção do texto acabava hoje.