3/02/2019

Regina Sousa assume, interinamente, o Governo do Piauí


Nesta sexta-feira (1), a vice-governadora Regina Sousa assumiu, interinamente, o Governo do Estado do Piauí e ficará no cargo até o próximo dia 11 de março, período em que o governador Wellington Dias estará em viagem particular a Orlando, nos Estados Unidos.
A  cerimônia de transição aconteceu no Salão Azul do Palácio de Karnak, com a assinatura do livro de transição de poder.

A transição aconteceu nesta sexta-feira (1º)
Segundo Wellington Dias, Regina Sousa já acompanha o dia a dia das ações do governo e está bem familiarizada com as demandas. “Ela assume no período do carnaval e já organizou um grupo de trabalho que vai integrar diversas áreas, como da segurança, saúde, trânsito, transporte. O objetivo é ter as condições de atendimento para que tudo possa ocorrer com tranquilidade”, comentou Dias.
O Governador ressaltou também a atenção que deve ser dado ao período chuvoso e que a governadora em exercício já está atenta aos pontos críticos do estado. Assim como deve acompanhar a finalização do contrato de empréstimo com a Caixa Econômica, Finisa (Financiamento à Infraestrutura e ao Saneamento), no valor de R$ 293 milhões. “Encerramos os últimos atos para liberar hoje, e infelizmente surgiu mais exigências que resultaram em necessidade de solução que foi dada pela equipe", disse Wellington Dias.
Regina Sousa,  governadora em exercício, disse estar tranquila e que toda uma estrutura já foi  montada para que o carnaval transcorra dentro da normalidade. “ Mas sempre podem ocorrer imprevistos e a equipe de plantão é responsável, nossa equipe está conectada”, comentou a gestora.
Essa é a segunda vez que Regina Sousa assume o cargo de governadora. 


Fonte: Viagora

No velório do neto, Lula promete provar que não é ladrão



Lula e o neto

Neste sábado (02), o deputado Ivan Valente (Psol-SP) disse que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva falou entre quatro e cinco minutos durante o velório do neto Arthur Araújo Lula da Silva, que morreu aos 7 anos de meningite meningocócica.
De acordo com o parlamentar que participou do velório, Lula prometeu ao neto que iria provar que “os ladrões chegaram ao poder e que ele não é ladrão”.
Valente disse ainda Lula ficou todo o período ao lado dos familiares e disse também que o neto iria encontrar no céu a avó e ex-primeira-dama Marisa, mulher de Lula, que morreu em 2017. Preso desde abril de 2018 por condenação em 2ª instância na Lava Jato por corrupção, o ex-presidente recebeu autorização da Justiça Federal para ir ao velório do neto.

Lula retorna para sede da PF em Curitiba após 2h no velório do Neto




 Foto:  Reuters / Rodolfo Buhrer
CAROLINA LINHARES, KATNA BARAN E JOSÉ MARQUES (FOLHAPRESS) - O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deixou o velório do neto em São Bernardo do Campo por volta das 13h deste sábado (2), após quase duas horas no local. Ele partiu até o aeroporto de Congonhas, e então foi levado de volta para a sede da Polícia Federal em Curitiba, onde o helicóptero que o transportava pousou às 15h45. O ex-presidente cumpre pena desde abril de 2018 por condenações de corrupção na Lava Jato.
Lula saiu do helicóptero cabisbaixo e não chegou a acenar para os cerca de 30 apoiadores que se manifestavam na parte de trás da PF. Entre a saída e a chegada em Curitiba, Lula passou cerca de nove horas fora da prisão. Sob escolta armada, Lula foi levado pela manhã ao cemitério Jardim da Colina aos gritos de "Lula livre" e "Lula guerreiro do povo brasileiro". Na ocasião, ele acenou para os simpatizantes, que se aglomeravam no entorno, contidos por grades. Os apoiadores rezaram um Pai-Nosso em seguida.
Arthur Araújo Lula da Silva, 7, morreu em decorrência de meningite meningocócica na sexta (1). O menino visitou o avô por duas vezes na sede da PF, no ano passado. Era filho de Marlene Araújo Lula da Silva e Sandro Luis Lula da Silva, filho do ex-presidente e de Marisa. Familiares e amigos se despediram de Arthur num caixão branco aberto. À frente, foram colocados brinquedos, bola de futebol e um par de chuteiras. A sala estava repleta de coroas de flores, enviadas por políticos, membros da família, sindicatos e também pelo ditador da Venezuela, Nicolás Maduro.
Apenas a família e poucos políticos tiveram acesso a Lula dentro do crematório. Segundo relatos de pessoas que estiveram ali, o ex-presidente chorou compulsivamente ao entrar e, após as falas de um padre e dois pastores metodistas, discursou brevemente ao lado do corpo da criança. Lula disse que irá levar seu "diploma de inocência" para a criança no céu. Segundo os presentes, ele afirmou que Arthur sofreu muito bullying na escola por ser seu neto e prometeu a ele que iria provar que não é culpado.
O petista disse ainda que não é natural uma criança morrer antes dos avós, referiu-se a si mesmo como alguém que "está fazendo hora extra" e afirmou que as pessoas que o condenaram não podem olhar para os netos com a consciência limpa que ele olha para Arthur. Lula pôde circular pela sala onde está o caixão do neto e pela sala adjacente. A Polícia Federal proibiu o registro de imagens, vídeos e áudios, inclusive pela equipe de comunicação do PT.
Aproximadamente 100 pessoas, entre políticos e familiares, assistiram à cerimônia de cremação de Arthur junto a Lula. O ex-presidente passou a primeira hora recebendo cumprimentos dos presentes. Ao ver a criança, segundo os relatos dos presentes, se debruçou ao lado do caixão, chorando. Depois, assistiu de pé à celebração religiosa. O padre Jaime Crowe, o primeiro a falar, disse estar diante de uma "dupla tragédia": segundo ele, a prisão de Lula e a morte de Arthur.
A presidente do PT, Gleisi Hoffmann, esteve no velório na noite de sexta. Na manhã de sábado, também estavam presentes os petistas Emídio de Souza, Aloizio Mercadante, Gilberto Carvalho, Benedita da Silva, José Genoíno, Alexandre Padilha, Clara Ant e Elenora Menicucci, os deputados Carlos Zarattini (PT-SP) e Ivan Valente (PSOL-SP), além do vereador de São Paulo Eduardo Suplicy (PT) e do líder do PSOL Guilherme Boulos.
Lula recebeu autorização da Justiça Federal do Paraná para acompanhar o velório e cerimônia de cremação. A Lei de Execução Penal prevê a permissão de saída de presos para velórios e enterros de familiares, incluindo descendentes. A saída do ex-presidente ocorreu sob forte esquema de segurança e uma logística com avião e helicóptero para transportá-lo. Ele deixou a superintendência da PF em um helicóptero às 7h. De lá seguiu para o aeroporto do Bacacheri, onde trocou de aeronave rumo ao aeroporto de Congonhas, na capital paulista.
Lula voou para São Paulo em avião do Governo do Paraná, cedido a pedido da Polícia Federal pelo governador Ratinho Júnior (PSD). De Congonhas, Lula seguiu de helicóptero para as proximidades do cemitério. O restante do trajeto foi feito de carro. Mais de dez viaturas da Polícia Militar aguardaram a chegada de Lula no cemitério. Os policiais armados ficaram responsáveis pela segurança do lado de fora da sala do velório, enquanto a segurança de Lula ficou a cargo da PF.
Sindicalistas e apoiadores também tiveram a entrada autorizada, e a aglomeração no local cresceu ao longo da manhã. Simpatizantes e políticos, porém, tiveram que deixar o local onde estava o caixão de Arthur por uma determinação da PF de que somente familiares estivessem presentes.
Seguranças do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC montaram uma estrutura de grades para controlar a entrada. A presença de mais de uma centena de pessoas no local, porém, foi discreta em relação a mobilizações anteriores -a pedido de aliados do próprio petista, que se comprometeu a manter detalhes de seu roteiro sob sigilo.
Paulo Okamotto, presidente do Instituto Lula, informou aos policiais que a militância não foi convocada, e que o velório seria reservado a familiares e amigos. Líderes petistas demonstraram incômodo com a quantidade de policiais. Okamotto, que é tio da mãe de Arthur, lembrou que o menino chegou a morar com Lula temporariamente para fazer companhia após a morte de Marisa Letícia.
Ao deixar o crematório após a saída de Lula, o ex-prefeito Fernando Haddad classificou o momento como "muito difícil" e de "dor profunda". Disse ainda que sente a dor por ser pai. Haddad disse que Lula é muito forte, mas que "tem que cuidar e acompanhar sua saúde" após um baque como esse.
SAÍDA
É a primeira vez que Lula visita seu reduto político depois que foi preso, em abril do ano passado. Ele deixou a superintendência da PF apenas duas vezes, para prestar depoimentos no prédio da Justiça Federal do Paraná.
O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), filho do presidente da República, comentou em tom crítico na sexta-feira a autorização dada ao petista. "Lula é preso comum e deveria estar num presídio comum. Quando o parente de outro preso morrer ele também será escoltado pela PF para o enterro? Absurdo até se cogitar isso, só deixa o larápio em voga posando de coitado", escreveu no Twitter.
Neste sábado, disse: "Perguntado se Lula deveria sair da cadeia respondi que não –até por uma questão de isonomia com os demais presos. Agora, sobre a morte da criança é óbvio que é um fato lamentável e indesejável. Isso independe de ideologia. Não misturem as coisas."
A saída da prisão foi autorizada pela juíza Carolina Lebbos, responsável pela execução penal de Lula, nesta sexta-feira. A Polícia Federal e o Ministério Público Federal também se manifestaram favoravelmente à decisão. Os detalhes da segurança e do deslocamento do ex-presidente, no entanto, foram mantidos sob sigilo para "preservar a intimidade da família e garantir não apenas a integridade do preso, mas a segurança pública", segundo informou a Justiça Federal do Paraná.
Neste sábado, poucos assessores acompanharam a saída do petista, do lado de fora da PF. No horário de partida do helicóptero, não havia militantes na Vigília Lula Livre, montada em frente à PF desde que o ex-presidente foi preso, em abril do ano passado.
Os militantes decidiram não organizar atos de apoio para dar condições à saída do petista. Por volta das 9h, cerca de 30 pessoas que fazem parte da Vigília Lula Livre realizaram um ato menor, cantaram "força, Lula", e fizeram um minuto de silêncio em homenagem ao neto do político.


* Com informações da Folhapress.


3/01/2019

Kassab vira réu por improbidade administrativa




Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

A Justiça paulista aceitou a denúncia do Ministério Público de São Paulo e tornou o ex-prefeito de São Paulo, ex-ministro e secretário afastado do governo paulista Gilberto Kassab réu por improbidade administrativa.  
O Ministério Público acusa Kassab de ter cometido irregularidades na licitação e contratação da inspeção veicular na cidade de São Paulo quando ainda era prefeito (2006-2012). A decisão é do juiz Kenichi Koyama, da 11ª Vara de Fazenda Pública.
Além de Kassab, o Ministério Público denunciou também a empresa Controlar e a prefeitura de São Paulo, para que ressarçam os cofres públicos. A prefeitura, por exemplo, foi denunciada por conta da aplicação de multas a motoristas, que foram consideradas ilegais.
Em 2017, o ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), arquivou um inquérito contra Kassab por causa do contrato e de pagamentos feitos pela prefeitura à Controlar, empresa responsável por fazer a inspeção veicular na cidade de São Paulo. Na decisão, Toffoli acolheu parecer da Procuradoria-Geral da República (PGR) e entendeu que não havia indícios suficientes a respeito da participação do ex-prefeito nos supostos ilícitos.
Por meio de nota, a assessoria do ex-prefeito informou que Kassab “prestará todos os esclarecimentos que se façam necessários, para demonstrar que agiu na defesa do estrito interesse público. O Tribunal de Justiça já absolveu o ex-prefeito em ação criminal definitiva sobre o mesmo caso, em decisão transitada em julgado, e o Supremo Tribunal Federal arquivou denúncia criminal sobre o mesmo tema, a quinta vitória judicial neste assunto”.
A reportagem não conseguiu contato com a empresa Controlar. A prefeitura, por sua vez, não respondeu a solicitação até este momento.


* Com informações do Notícias ao Minuto


Fonte: Carta Piauí         ;  


Ex-presidente Lula consegue saída temporária da prisão e vai a velório do neto




Foto: Ricardo Stuckert / Instituto Lula 
ESTELITA HASS CARAZZAI - CURITIBA, PR (FOLHAPRESS) - O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi autorizado, nesta sexta-feira (1º), a sair temporariamente da prisão, na Polícia Federal em Curitiba, para ir ao velório e enterro do neto.  
Arthur Araújo Lula da Silva, 7, morreu nesta manhã em decorrência de uma meningite.
A autorização foi concedida com base na Lei de Execução Penal, que estabelece a previsão de saída temporária de presos para velórios e enterros de familiares, incluindo descendentes.
Ele seguirá para São Paulo em aeronave do governo do Paraná, cedida a pedido da Polícia Federal, pelo governador Ratinho Júnior (PSD).
Ao contrário do que ocorreu no passado, quando outros pedidos semelhantes do ex-presidente foram negados, os advogados de Lula se comprometeram a "não divulgar qualquer informação relativa ao trajeto que será realizado" e disseram que irão informar o local da cerimônia de sepultamento "diretamente à autoridade policial".
A militância, desta vez, também decidiu não fazer atos em frente à Polícia Federal -numa tentativa de "garantir todo o respeito e condições necessárias para que, ainda hoje [sexta], Lula tenha o direito de se despedir do neto querido", segundo nota assinada pela Vigília Lula Livre.
Horas depois do pedido da defesa, o processo de execução penal de Lula, conduzido pela juíza Carolina Lebbos, foi colocado em sigilo nível 4. Assim, ele só pode ser visualizado pelo juiz e alguns servidores da vara.
No mês passado, a PF negou autorização para que o ex-presidente saísse da prisão para ir ao enterro do irmão, Genival Inácio da Silva, o Vavá, sob o argumento de falta de aeronaves e de risco à segurança de Lula e à ordem pública.
Arthur visitou o avô por duas vezes na sede da Polícia Federal, no ano passado. Era filho de Marlene Araújo Lula da Silva e Sandro Luis Lula da Silva, filho do ex-presidente e da ex-primeira-dama Marisa Letícia.
A superintendência da PF em Curitiba está em regime de plantão até quarta-feira (6), em razão do feriado de Carnaval e de uma dedetização do prédio agendada para esta sexta (1º).


* Com informações do FolhaPress


Neto do ex-presidente Lula morre de meningite bacteriana em SP



Lula e o neto Arthur — Foto: Reprodução/Facebook
O neto do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva Arthur Lula da Silva, de 7 anos, morreu nesta sexta-feira (1º) vítima de meningite meningocócica, em São Paulo.
Arthur deu entrada no Hospital Bartira , em Santo André, no ABC Paulista, às 7h20 desta sexta-feira com "quadro instável" e faleceu às 12h11 "devido ao agravamento do quadro infeccioso de meningite meningocócica, segundo a assessoria da Rede D'Or São Luiz, da qual o hospital faz parte.
A presidente do PT, Gleisi Hoffman, afirmou em sua conta no Twitter que fará de tudo para que Lula, preso na sede da PF em Curitiba, se despeça do neto.
"Presidente Lula perdeu seu neto hoje. Que tristeza. Arthur tinha 7 anos e foi vítima de uma meningite. Força presidente, estamos do teu lado, sinta nosso abraço e solidariedade. Faremos de tudo pra que você possa vê-lo. Força a família, aos pais Sandro e Marlene. Dia muito triste", diz o post.
Em nota, o PT afirmou que "mais uma tragédia pessoal atinge" o ex-presidente e que sua dor é compartilhada com militantes do partido.
"O Partido dos Trabalhadores está solidário com o presidente Lula e sua família, neste momento de dor em que ele perdeu, de forma dramática, o querido neto Arthur, de apenas 7 anos. É mais uma tragédia pessoal que o atinge, em meio à perseguição política e à farsa judicial de que ele é vítima.
A dor de Lula é compartilhada por cada militante do PT e pelos milhões de brasileiros que o reconhecem como o presidente que mais combateu a fome e a mortalidade infantil, com programas sociais, de saúde e geração de renda. O presidente que defendeu a vida e um futuro melhor para nossas crianças.
Lula não merece estar preso, porque provou sua inocência diante de todas as acusações falsas que lhe fizeram. Lula tem o direito de compartilhar com seus familiares, o filho Sandro e a nora Marlene, o luto pela morte do pequeno Arthur. Muita força, companheiro Lula. Que Deus o abençoe", diz a nota.
*Com informações do G1

Ibaneis compra mansão por R$ 23 milhões da filha de Heráclito






O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), comprou a casa da família do ex-deputado federal do Piauí Heráclito Fortes (DEM), informou reportagem do Metrópoles.
Segundo o site, o mercado imobiliário do Distrito Federal registrou que esta foi a maior compra da história na região. O valor da transação foi de R$ 23 milhões.
A propriedade, com total de 10 mil metros quadrados, pertencia à filha do ex-deputado federal Heráclito Fortes (DEM-PI). A esposa de Heráclito, Mariana Brennand Fortes, é sobrinha do artista plástico Francisco Brennand.
A compra, trata-se de uma casa em terreno reservado a chácaras na QI 5 do Lago Sul, área nobre de Brasília.  A residência de alto luxo possuí 2 mil metros quadrados de área construída, seis suítes, uma adega climatizada com capacidade para 600 garrafas de vinho, lago artificial com carpas e piscina cujos azulejos são assinados por Brennand.
Atualmente, a futura residência do governador está, alugada para a família dos Pantazis.
Segundo o governador do Distrito Federal, os proprietários fizeram condição de pagamento “confortável”, na qual foi dada uma entrada, e as demais prestações serão pagas ao longo de três anos e meio, informou o Metrópoles.
Avião executivo
Ibaneis Rocha também comprou um avião executivo. O modelo é um turboélice King Air, da fabricante Beechcraft, com capacidade para 11 passageiros. O governador pagou pela máquina US$ 2 milhões, o valor  em moeda brasileira é  R$ 7,4 milhões.


Fonte: Viagora