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3/29/2019

Pega Fogo: Ciro diz que Wellington Dias não sabe fazer reforma administrativa



Foto: Reprodução
O Portal GP1 publicou que o senador Ciro Nogueira (PP) ironizou a reforma administrativa do governador Wellington Dias (PT) e sugeriu que o petista não soube enxugar a máquina de verdade. Durante o Workshop Conectando Ideias, organizado pelo Progressistas do Piauí, na manhã desta sexta-feira (29), o senador disse que “esperava uma reforma que cortasse mais coisas”.

De olho em 2022, quando deve se candidatar ao Governo do Piauí, Ciro já iniciou as críticas ao aliado petista. Em entrevista à imprensa, o senador disse que quando o Progressistas administrar o Estado vai mostrar o que é “enxugamento da máquina”.
Eu esperava uma reforma que cortasse mais coisas. No dia que o Progressistas administrar esse Estado, vocês vão ver o que nós vamos fazer no enxugamento de máquina”, decretou o senador.

Ciro Nogueira disse também que é Wellington que “tem que saber o que deve ser feito” e continuou dizendo que o Progressistas apoia um “Estado mais enxuto” para “prestar melhor serviço à sociedade”. “Quem tem comando é o governador, ele que tem que saber o que deve ser feito. O Progressistas tem a visão de um Estado mais enxuto, um Estado que possa prestar melhor serviço à sociedade, tenha maior poder de investimento, mas para isso temos que diminuir a máquina pública”, concluiu.
Rompimento?

Não é de hoje que a relação entre o PP e o Governo Wellington está estremecida e as críticas de hoje só sedimentam um possível rompimento. E não é para menos, Ciro acumula duas derrotas junto ao Governo petista em menos de 1 ano.
A primeira delas foi a não escolha de Margarete Coelho como vice de Wellington e a segunda foi a falta de apoio a Hélio Isaías na eleição da mesa diretora da Alepi.
*Com informações oficiais do GP1


3/26/2019

Deputada Lucy Soares diz que reforma do governo do Piauí é tardia e insuficiente

Deputada Lucy Soares apresenta falhas na reforma administrativa do governo - Imagem: Reprodução/Ascom



A deputada estadual Lucy Soares (PP) fez um duro discurso hoje (25) contra a reforma administrativa apresentada pelo governador Wellington Dias (PT) e que deve ser votada nos próximos dias na Assembleia Legislativa do Piauí.  
A parlamentar relatou que não acredita que a extinção de secretarias anunciada pelo governo possa gerar poupança de recursos públicos no estado. “Na administração direta, tem de substancial apenas o fim da Secretaria de Trabalho e Empreendedorismo. Contraditoriamente, é contabilizada com a criação de uma nova secretaria, sim, a reforma cria uma nova secretaria; pasmem; pasmem”.  
Lucy Soares, que é esposa do prefeito do Firmino (PSDB), apresentou o seu entendimento em torno de pontos que considera cruciais no projeto de Wellington Dias. 
“Aparentemente desfaz os erros cometidos anteriormente: o aumento de coordenadorias, cargos e funções gratificadas, o aumento destemido de despesas no meio da maior crise econômica do nosso país. Tudo isso está sendo desfeito depois de todo o desajuste fiscal, paralisia administrativa, sofrimento da população e do aumento da carga tributária. Esse equívoco está sendo corrigido; antes tarde do que nunca”.
A deputada criticou ainda o fato de a reforma propor a extinção da Secretaria de Desenvolvimento Rural e, no mesmo documento, a criação outras duas na mesma área, sendo:  da agricultura familiar e do agronegócio.
“Ou seja, na administração direta; nove fora nada. nada, nada. Na administração indireta, a reforma consiste tão somente na extinção da Companhia Metropolitana de Transportes Públicos, da Companhia de Gás do Piauí., do  Instituto Antonino Freire e da Fundação Cepro. Torna-se difícil imaginar que essas extinções gerem poupança significativas de recursos públicos”, rebateu a deputada.

Fonte: Carta piauí

2/21/2019

Contribuinte poderá escolher a regra de transição para a nova Previdência


O governo apresentou opções de regras de transição para quem vai se aposentar na nova Previdência. O trabalhador vai poder escolher a mais vantajosa.
Uma forma proposta é o sistema de pontos: a soma da idade mais o tempo de contribuição, que hoje é 86 para as mulheres e 96 para os homens, vai subir um ponto a cada ano, chegando a 100 para mulheres, em 2033, e 105 para os homens, em 2028.
A outra é por idade mínima, que começará em 56 anos para mulheres e 61 para os homens, subindo meio ano a cada ano. Em 2031 acaba a transição para as mulheres e em 2027 para os homens.
Nesses dois casos, é exigido um tempo mínimo de contribuição: 30 anos para as mulheres e 35 para os homens.
Quem quiser se aposentar por idade deverá se enquadrar na seguinte regra: para os homens, a idade continua sendo 65 anos; para mulheres vai passar dos atuais 60 para 62 anos em 2023. O tempo de contribuição para todos passará dos atuais 15 anos para 20 anos em 2029.
Quem está a dois anos de cumprir o tempo mínimo de contribuição que vale hoje, ainda poderá se aposentar sem a idade mínima, mas vai pagar um pedágio de 50% do tempo que falta. Por exemplo, quem estiver a dois anos da aposentadoria deverá trabalhar mais um ano, totalizando três anos.
Enquanto durar o período de transição, o trabalhador vai escolher em qual regra vai entrar.
“O segurado pode optar pelo que for mais vantajoso e a pessoa escolhe o que for melhor para ela. A regra de pontos é mais adequada para quem começou a contribuir mais cedo; já a regra de idade para aquele que começou um pouco mais tarde”, disse Leonardo Rolim, secretário de Previdência do Ministério da Economia.
Também há regras de transição para os servidores públicos, com idade mínima de partida de 56 anos para mulheres e de 61 anos para os homens. Em 2022, as idades mínimas sobem para 57 e 62, e a essa regra se somam também requisitos como tempo de serviço público mais um sistema de pontos semelhante ao setor privado.



Fonte: Jornal Nacional

2/13/2019

Wellington Dias entrega proposta de reforma nesta quinta



Wellington Dias | Divulgação

O governador Wellington Dias (PT) entrega oficialmente nesta quinta-feira (14), às 10h30, a proposta de reforma administrativa do Executivo Estadual para a Assembleia Legislativa do Estado do Piauí.
A proposta do Governo do Estado prevê a extinção de 19 órgãos estaduais, bem como planeja a fusão entre secretarias e absorção de algumas áreas.
Dias falou que a nova estrutura administrativa mira eficiência e economia para enfrentar a crise econômica nacional, permitindo que o Governo do Estado continue prestando plenamente seus serviços para a população.
Wellington Dias, depois, se reunirá, com o presidente da Câmara dos Deputados, deputado federal Rodrigo Maia (DEM) , para discutirem as propostas para votação da reforma da Previdência Social. 


2/12/2019

Bolsonaro bate martelo sobre idade mínima para Previdência: 62 anos (homens) e 57 (mulheres)




Por Vicente Nunes

Apesar de todos os argumentos da equipe econômica, o presidente Jair Bolsonaro decidiu que a proposta de reforma da Previdência, que será encaminhada nos próximos dias ao Congresso, terá idade mínima de 57 anos para mulheres e de 62 anos para homens.
Na avaliação do presidente, não há porque ser tão radical na reforma, sobretudo de for levado em consideração as disparidades regionais no país. Nos estados mais pobres, como o Piauí, a expectativa de vida dos trabalhadores não chega aos 70 anos.
 Com isso, a economia prevista pelo governo com a reforma deverá ficar mais próxima de R$ 500 bilhões em 10 anos, metade do previsto pela equipe do ministro da Economia, Paulo Guedes (foto), de  R$ 1 trilhão em 10 anos. Essa economia de R$ 500 bilhões é a mesma prevista pelo Citi e pela consultoria Eurasia.
 Bolsonaro tem todo o apoio da ala política do Palácio do Planalto, que considera esse projeto mais palatável. Não custa lembrar que essas idades mínimas já haviam sido citadas por Bolsonaro durante entrevista ao SBT, mas logo depois tudo foi negado pelo Planalto a pedido da equipe econômica.

Ao Blog, um integrante da equipe econômica afirma que o presidente está irredutível em relação à idade mínima. O que ele aceita negociar é o prazo de transição. Nesse caso, deve prevalecer a posição de Paulo Guedes de que a idade mínima de 57 (mulheres) e 62 (homens) seja atingida em 2022.
 Esse tempo mais curto de transição, diz o mesmo técnico, garantirá uma economia maior. “Não sei se será possível chegar ao R$ 1 trilhão previsto pelo ministro, mas também não serão R$ 500 bilhões. A economia será maior do que isso”, ressalta.
 Apesar de vários integrantes do governo dizerem que Bolsonaro ainda não viu o projeto de reforma da Previdência, o grosso das propostas já foi apresentado a ele. “A linha principal do projeto que irá para o Congresso já tem o aval do presidente”, garante o técnico da equipe econômica.


Fonte: Correio Brasiliense