9/10/2019

Médico morre em grave acidente com carreta carregada de cimento na BR-343



Roberta Aline/ Cidadeverde.com
O médico Tovar Vicente da Luz, 36 anos, que faleceu em grave acidente na BR-343, na entrada de Teresina, será velado na funerária Pax União, na Avenida Miguel Rosa em Teresina a partir das 14h. O sepultamento está previsto para às 17 horas no cemitério Jardim da Ressurreição, na zona Sudeste da capital.
O Hospital Flávio Santos, um dos locais onde o médico trabalhava, emitiu nota de pesar informando que todas as unidades estarão fechadas nesta terça-feira (10) "por motivo de falecimento do querido médico e excelente profissional".
Um grave acidente na BR-343, na entrada de Teresina, matou o médico otorrinolaringologista Tovar Vicente da Luz, 36 anos, no início da manhã desta terça-feira (10). A gravidade da colisão frontal deixou destroços do carro do médico espalhados na rodovia. O acidente envolveu ainda uma carreta carregada de cimento.
Segundo nota da PRF divulgada à imprensa, o veículo de passeio invadiu a faixa contrária colidindo frontalmente com a carreta. "O condutor do veículo de carga prestou todas as informações aos policiais e não apresentava indícios de ingestão de bebida alcoólica", informou a PRF.
Ele foi levado pela PRF para a Central de Flagrantes para os procedimentos cabíveis.
Amauri Luz, primo do médico, conta que soube do acidente por familiares que viram o caso pelos meios de comunicação.
"Soube por um outro primo que viu na televisão sobre um acidente próximo à Fazenda Real e estavam dizendo que era o Tovar. O desespero bateu logo. A gente nunca quer acreditar que é verdade. A gente acha que aconteceu, mas que está bem. Começamos a ligar para os familiares e os telefones ocupados, aí a gente começou a ver que algo grave tinha acontecido", disse o primo que esteve no local do acidente. 

Segundo ele, Tovar morava em Teresina e se dirigia para plantão médico na cidade de Altos, distante 37 km da Capital. 
"Ele atendia em Parnaíba, Altos, Valença e Teresina. Hoje saiu de casa e ia para Altos. Sempre viajava, mas graças a Deus nunca havia acontecido nada. Infelizmente, hoje teve essa tragédia que vitimou meu primo Tovar e toda a família. Pra gente foi uma catástrofe, uma desgraça muito grande", completou o primo. 
O corpo do médico foi retirado do local por volta das 9h40, após perícia do Instituto Criminalística.

O impacto do acidente foi tão forte que pedaços do corpo do médico eram vistos pela rodovia. O veículo ficou totalmente destruído e com partes da fuselagem espalhadas por trecho da BR. O corpo foi levado para o IML (Instituto Médico Legal). 
Foto: Roberta Aline/ Cidadeverde.com
O médico otorrinolaringologista Tovar Vicente da Luz, 36 anos, morreu em um grave acidente com um veículo de carga na BR-343, em frente ao condomínio Fazenda Real, em Teresina. A vítima ficou presa às ferragens e destroços do carro ficaram espalhados pela rodovia.

A colisão ocorreu por volta das 6h30, desta terça-feira (10). O carro de passeio ficou totalmente destruído. Equipes do Corpo de Bombeiros e Polícia Rodoviária Federal (PRF) estão no local. No veículo foi encontrado um jaleco com o nome do médico.
Foto: Reprodução Instagram Tovarrluzz

De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF) as primeiras informações dão conta que uma ultrapassagem indevida tenha dado causa à colisão do tipo frontal. 

O carro do médico saiu da pista no sentido Teresina-Altos. Já a carreta- que estava carregada de cimento- tombou no acostamento no outro lado da rodovia.
Foto: Roberta Aline/ Cidadeverde.com
"A única pessoa que foi vítima foi esse médico que estava só. Já localizamos um familiar para fazer a identificação do corpo. Aqui é um trecho de altíssima velocidade. Já demandamos por melhorias [...] é um trecho mal sinalizado com grande fluxo de veículos. Toda vez que tem acidente é de grandes proporções", informou Hélio Cipriano, policial rodoviário federal.A PRF ainda não confirma quem teria dado causa à ocorrência. 

O motorista da carreta- que não teve a identidade revelada- saiu ileso. 



Graciane Sousa
gracianesousa@cidadeverde.com
Com informações Gorete Santos (TV Cidade Verde)


Policiais de Camocim capturam fugitivo da penitenciária de Parnaíba




Policiais militares do Raio de Camocim realizaram mais uma excelente ação, tiraram de circulação um forasteiro que estava em Camocim há mais de dois anos praticando crimes. Everton Silva de Oliveira, 25 anos, vulgo "Maranhão”, natural do Maranhão, fugiu da Penitenciária Mista de Parnaíba Juiz Fontes Ibiapina no ano de 2016 e desde então reside em Camocim.
Crimes em Camocim
Em Camocim o indivíduo é suspeito pela prática de vários crimes (ameaça, roubo, invasão de domicílio e danos materiais) e quando acontecia de ser preso sempre dava o nome de seu irmão Elvis Silva de Oliveira. Na verdade o elemento não fornecia seu nome verdadeiro porque a polícia iria descobrir que ele era foragido da Penitenciária Mista de Parnaíba, no Piauí.
Denúncia
Os policiais militares da equipe Raio 01 receberam uma denúncia que o indivíduo estaria em Camocim a mais de dois anos cometendo delitos e usando o nome de seu irmão. Já durante a manhã desta segunda-feira (09), por volta das 11h, os militares foram até a residência do suspeito, localizada na Rua Mário Monteiro, bairro Boa Esperança, e lá o localizaram. Após uma breve e proveitosa conversa o elemento confessou que em Camocim usava o nome de seu irmão durante suas ações delituosas além de ser foragido da penitenciária de Parnaíba.
Recambiado para Parnaíba
O indivíduo foi conduzido para a DPC de Camocim onde o caso foi apresentado ao delegado plantonista que diante dos fatos o enquadrou por crime de falsa identidade. Uma equipe de agentes penitenciários do Piauí se deslocaram para Camocim e conduziram Maranhão para a Penitenciária Mista de Parnaíba, unidade que ele teria fugido em 2016.
Fonte: Camocim Polícia 24h | Por José Wilson | Jornal da Parnaíba

8/26/2019

Zé Hamilton pode indicar vice de Mão Santa em Parnaíba



Foto: Reprodução
"A falta de disposição" do ex-prefeito e ex-deputado estadual José Hamilton Castelo Branco, para disputar a Prefeitura de Parnaíba, segunda mais importante cidade do Piaui, teria levado seus amigos mais próximos e uns poucos familiares a iniciarem um processo de articulações com o esquema político do prefeito Francisco de Assis Moraes Souza, o Mão Santa, com vistas a um entendimento que abriria para o grupo de Castelo Branco a indicação de um nome para concorrer a vice na chapa do prefeito.

O nome para uma hipotética composição com Mão Santa seria o de um familiar de Zé Hamilton, podendo ser sua filha ou um vereador de Parnaíba.



Governador discute saídas para reduzir o déficit previdenciário no estado



Foto: Jorge Bastos
O governador Wellington Dias esteve reunido na manhã desta segunda-feira (26) com o economista, Raul Veloso; com o presidente Fundação Piauí Previdência, Ricardo Pontes e o superintendente de Gestão de Previdência Complementar, Marcos Steiner para tratar sobre questões que envolvem o fundo previdenciário no Piauí. 

“Nós estivemos com economista Raul Veloso e sua equipe para tratar sobre algumas ações que devemos tomar pra reduzir o déficit previdenciário no estado. Uma delas é tratar a questão dos imóveis urbanos e rurais que estamos acelerando o processo de identificação e fazendo georreferenciamento para que possamos tomar uma decisão”, explicou o presidente Fundação Piauí Previdência, Ricardo Pontes. 
Pontes acrescenta que os imóveis podem ser alugados, vendidos ou ainda colocados à disposição de Parcerias Público-Privadas (PPPs).  Desde o final do ano passado, o Governo do Estado do Piauí tem articulado um levantamento de imóveis com o apoio de um grupo técnico formado por vários órgãos, como a Secretaria de Administração e Previdência (SeadPrev), Agência de Desenvolvimento Habitacional (ADH), Secretaria de Fazenda (Sefaz), Secretaria de Planejamento (Seplan) e Procuradoria Geral do Estado (PGE).
Toda essa ação faz parte do Plano de Desmobilização de Ativos Imobiliários (Pdepi), que é uma maneira de fomentar a economia do estado e otimizar espaços públicos que não estão sendo utilizados, para que gerem receita através do interesse do mercado imobiliário. Projetos parecidos já foram executados com êxito nos estados de Minas Gerais e São Paulo. 
“Estamos focados em um planejamento para o equilíbrio do déficit atuarial, ou seja, precisamos saber como será o comportamento da previdência este ano e nos próximos. Para isso, estamos atualizando o déficit atuarial e com base nele, vamos planejar aquilo o que já criamos de mecanismo para dar sustentabilidade ao pagamento de aposentados e pensionistas, além das receitas próprias, recursos de recebíveis, como recursos do programa novo de securitização da dívida ativa e programas relacionados ao fundo imobiliário, ao fundo de bens que o estado tem, e que possam gerar receitas para o equilíbrio da previdência, seja com terras rurais, seja com imóveis que são disponibilizados para venda, para aluguel para a geração de receitas”, disse o governador.
Dias acrescenta que há ainda o acerto com Ministério da Fazenda e o INSS onde o estado tem compensações a receber. Também é preciso identificar todos os servidores que estão na folha de pagamento mas que são, pelo regramento, colocados no regime geral da previdência do INSS. "O Piauí quer ser um dos estados pioneiros nesse trabalho, para que tenhamos um plano com começo, meio e fim. Precisamos saber exatamente o tamanho do nosso déficit, ano a ano, e, a partir daí, ter um planejamento para, de forma organizada, encontrar uma solução", afirmou. 
A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 6/2019 (Reforma da Previdência) está em fase de discussão na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado. A leitura do relatório na CCJ está marcada para o dia 28 de agosto e a votação na semana seguinte, dia 4 de setembro. Depois da votação na CCJ, a proposta ainda precisa passar por dois turnos de votação no plenário do Senado. Em cada um deles, são necessários, pelo menos, 49 votos para que o texto avance.


* Com informações da Ccom


Seis estados pedem ajuda das Forças Armadas para combater queimadas


Seis dos nove estados da Amazônia Legal já pediram a ajuda das Forças Armadas no combate aos focos de incêndio. As primeiras ações começaram neste sábado à tarde (24), em Rondônia.
Dois aviões modelo Hércules da Força Aérea Brasileira (FAB) sobrevoaram uma área de floresta próxima a Porto Velho. Segundo a FAB, as ações deste sábado (24) ainda não são parte do apoio oferecido pelo governo federal através da Garantia da Lei e da Ordem (GLO).
Nesta sexta-feira, o presidente Jair Bolsonaro autorizou o envio das Forças Armadas para combater focos de incêndio.
Em Belém está prevista uma reunião no domingo (25) entre representantes do governo do Pará e do Comando Militar do Norte. Eles vão definir as estratégias da ação conjunta dos Bombeiros e do Exército. As primeiras equipes devem ser deslocadas para combater os incêndios florestais em quatro municípios do sudeste do estado.
Na próxima terça (27), os governadores da região amazônica irão se reunir em Brasília com o presidente Jair Bolsonaro. Esse foi um dos pedidos feitos pelos estados numa carta entregue na sexta-feira (23) à Presidência.
O documento alertou que as queimadas se agravam a cada dia por causa da velocidade do fogo, dificuldade de acesso às áreas atingidas e da falta de recursos para combater as chamas. Os governadores também pediram apoio para enfrentar o desmatamento ilegal e construir uma agenda para o desenvolvimento sustentável na região.
“É uma boa oportunidade de a gente unir as forças para uma estratégia de desenvolvimento, de geração de empregos e oportunidades. Não basta só se mobilizar um mês, dois, para combater as práticas ilegais e depois abrir a guarda e não ter alternativa para a população em termos de desenvolvimento”, disse o governador do Amapá, Waldez Góes (PDT).
A parte brasileira da Amazônia inclui os sete estados do Norte, Mato Grosso e uma área do Maranhão. Amazonas, Amapá e Maranhão ainda não pediram ajudas das tropas.
De janeiro até agora, foram detectados mais de 57 mil focos de queimada na região, o dobro do registrado no mesmo período em 2018.
As tropas devem agir, especialmente, em áreas de fronteira e unidades de conservação. No Pará, os focos se concentram em áreas de expansão agropecuária perto da BR-163, onde também existem nove florestas e parques nacionais, além de duas terras indígenas.
Na manhã deste sábado, uma equipe da organização ambiental Greenpeace sobrevoou a região e flagrou várias áreas sendo queimadas.
No Amazonas, o fogo se espalhou por uma área próxima da rodovia Transamazônica, no município de Lábrea.
No Acre, o governo decretou situação de emergência. Há mais de um mês os moradores de Rio Branco acordam com a paisagem cinzenta.
Em Senador Guiomard, perto da capital, Bombeiros não conseguiram evitar que mais de dez hectares de mata fossem destruídos.
Em Mato Grosso, Bombeiros mantêm a vigilância no Parque Estadual Águas de Cuiabá. Uma aeronave lançou 20 mil litros de água para combater as chamas.
No Tocantins, helicópteros ajudaram os brigadistas a combater os focos de queimadas em uma serra na região de Palmas.
O presidente da Argentina, Mauricio Macri, ligou para o presidente Jair Bolsonaro e colocou à disposição 200 bombeiros para ajudar no combate aos focos de incêndios na Amazônia. E o Banco de Desenvolvimento da América Latina disse que vai doar cerca de 500 mil dólares para combater queimadas em países sul-americanos, entre eles Brasil e Bolívia.


Fonte: O Globo


Macron diz que debate sobre internacionalização da Amazônia está 'em aberto'

Presidente francês, Emmanuel Macron, dá entrevista coletiva após reunião do G7, em Biarritz, na França Foto: BERTRAND GUAY / AFP

Em meio à crise provocada pelas queimadas na Amazônia, o presidente francês, Emmanuel Macron, deixou " em aberto " o debate sobre a internacionalização jurídica da floresta .
— Associações, ONGs e também certos atores jurídicos internacionais levantaram a questão de saber se é possível definir um status internacional da Amazônia. Não é o caso de nossa iniciativa, hoje, mas é um verdadeiro caso que se coloca se um Estado soberano tomasse de maneira clara e concreta medidas que se opõem ao interesse de todo o planeta. Há todo um trabalho jurídico e político a ser feito. Mas creio poder dizer que as conversas que o presidente Sebastián Piñera  (Chile) teve com o presidente Jair Bolsonaro não vão nesse sentido. Acredito que ele tem consciência dessa importância. Em todo caso, tenho esta esperança. Mas é um tema que permanece em aberto e continuará a prosperar nos próximos meses e anos. A importância é tão grande no plano climático que não se pode dizer que “é apenas o meu problema”.
A declaração foi dada durante o anúncio para um acordo de 20 milhões de euros (pouco mais de R$ 90 milhões) para uma ajuda emergencial contra as  queimadas  na  Amazônia , no último dia do encontro do  G7 (Estados Unidos, França, Reino Unido, Alemanha, Japão, Itália e Canadá), em Biarritz, na França.
Mais tarde, a TV francesa exibiu nova entrevista com Macron em que ele critica Bolsonaro e reafirma que a França não assinará o acordo União Europeia-Mercosul se não houver mudanças.
Ainda no G-7, o líder francês acrescentou ainda que a ajuda virá respeitando a soberania de cada país da região, mas construindo uma governança que inclua diferentes atores.
— A Amazônia é uma floresta repartida entre nove Estados. Juridicamente falando, cada um é soberano. Devemos construir uma iniciativa que permitirá reflorestar a Amazônia, mas que seja respeitosa da soberania de cada um, do papel das regiões, e a Guiana Francesa será plenamente associada dos estados do Brasil, dos povos nativos, que são os que fazem viver essa floresta há milênios, e que não podem ser excluídos dessa transição. É preciso encontrar a boa governança — detalhou.



Fonte: O Globo

8/10/2019

"Bancada dos direitos humanos" agora é suspeita de envolvimento com o PCC




Marcel Van Hatten (Foto: Divulgação)
O jornalista Cláudio Humberto, do Diário do Poder, diz na sua coluna de hoje que o líder do Partido Novo  na Câmara Federal, Marcel Van Hatten( RS ), depois de ouvir gravação de membro de organização criminosa xingando Sérgio Moro, "agora entende por que muitos deputados da esquerda fazem obstrução a projetos contra a impunidade e por endurecimento das leis contra o crime organizado".

Está sob suspensão de ligação com o PCC, a maior organização criminosa do país, a chamada bancada dos "Direitos Humanos" e alguns parlamentares que são radicalmente contra o pacote anticrime do ministro Sérgio Moro.

Em discurso em que pede a abertura de uma CPI para apurar as atividades do crime organizado, o deputado Marcel Van Hatten denuncia a existência de parlamentares envolvidos com o crime organizado.

Deputado de primeiro mandato que tem se destacado, Van Hatten, afirmou: " temos um longo caminho pela frente para tirar os bandidos das ruas e vencer seus defensores na política, alguns também bandidos" 
* Com informações da Redação