3/13/2019

Filho de Bolsonaro namorou filha de acusado de matar Marielle, diz delegado




O delegado Giniton Lages, titular da Delegacia de Homicídios do Rio de Janeiro e um dos responsáveis pelas investigações da execução de Marielle Franco, confirmou nesta terça-feira (12/3) que a filha do policial militar reformado Ronie Lessa — preso sob acusação de ser um dos autores do homicídio — namorou um dos filhos do presidente Jair Bolsonaro.
Durante entrevista coletiva, o delegado disse que, apesar de Ronie morar no mesmo condomínio em que o presidente tem uma casa, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, não há nenhuma relação direta entre o crime e a família Bolsonaro. "Não detectamos isso. Isso, para nós, não está na motivação. Não é importante para este momento", afirmou.
No entanto, ao ser questionado por um jornalista sobre o suposto namoro da filha de Ronie com "um dos filhos mais novos" de Bolsonaro, Lages confirmou, mas enfatizou que, até o momento, ele não tem relação alguma com o crime. "Isso [o namoro] tem. Mas isso, para nós hoje, não importou na motivação delitiva. Isso vai ser enfrentado no momento oportuno. Não é importante para esse momento", acrescentou o delegado, sem dizer, contudo, qual dos filhos do presidente teria namorado a filha do suspeito.
Fotos
Além de Ronie, que tem uma casa no mesmo condomínio do presidente, a polícia também prendeu nesta quarta o ex-Policial Militar Elcio Vieira de Queiroz, que foi expulso da corporação. Logo após a prisão, começou a circular nas redes uma foto de Queiroz ao lado de Bolsonaro em 4 de outubro do ano passado, três dias antes do primeiro turno das eleições.
O presidente se manifestou sobre o caso, dizendo esperar que "a apuração tenha chegado, de fato, a estes que foram os executores e saber quem mandou matar". Porém, emendou com um comentário sobre a facada que recebeu em setembro do ano passado, em Juiz de Fora (MG): "Também estou interessado em saber quem mandou me matar". 
Prisões
Uma operação conjunta do Ministério Público, por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), e da Polícia Civil do Rio de Janeiro, prendeu, na madrugada desta terça-feira (12/3), dois suspeitos de matar a vereadora Marielle Franco e o motorista Anderson Gomes no dia 14 de março de 2018. Ronie Lessa, policial militar reformado, e Elcio Vieira de Queiroz, expulso da Polícia Militar, foram denunciados por homicídio qualificado e por tentativa de homicídio de Fernanda Chaves - que também estava no veículo atacado.
Segundo o Ministério Público, as prisões ocorreram por volta das 4h durante a Operação Lume, realizada na residência dos suspeitos. Ronnie mora no mesmo condomínio que o presidente Jair Bolsonaro tem residência, na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio. Já Élcio foi detido numa casa no Engenho de Dentro, na Zona Norte.
Os dois foram denunciados depois de análises de diversas provas. Lessa teria sido o autor dos disparos de arma de fogo e Elcio, o condutor do veículo Cobalt utilizado na execução. O MP informou que o crime foi planejado de forma meticulosa durante os três meses que antecederam os assassinatos. 


Fonte :correio brasiliense

3/11/2019

Governo escala militar para coordenar redes sociais após polêmicas



Foto: Carolina Antunes/PR
GUSTAVO URIBE - BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - Em uma tentativa de evitar novas crises nas redes sociais, o governo do presidente Jair Bolsonaro escalou um militar para coordenar a estrutura de mídias digitais e reforçar a comunicação oficial do Palácio do Planalto.
Ex-chefe da assessoria de imprensa do Exército, o coronel Didio Pereira de Campos comandará uma nova estrutura chamada Comunicação Global, que ficará responsável pelo monitoramento das redes sociais, publicidade oficial e criação de conteúdo.
Com a sua chegada, a gestão das mídias digitais, que estava subordinada à secretaria de imprensa, passa a ser controlada pela nova estrutura, assim como a área de publicidade, que estava sem um gestor específico desde o início do governo.
A indicação foi feita pela equipe do ministro da Secretaria de Governo, general Carlos Santos Cruz, e ocorreu após um diagnóstico da equipe do presidente, sobretudo do núcleo militar, de que a comunicação oficial precisava ser melhorada diante das últimas polêmicas.
Na semana passada, Bolsonaro compartilhou vídeo, filmado durante o Carnaval, no qual um homem introduz um dedo no próprio ânus e recebe jato de urina na nuca. Neste domingo (10), ele divulgou relato deturpado contra uma repórter.
Os dois episódios causaram polêmica e foram criticados, em caráter reservado, por assessores presidenciais, para os quais Bolsonaro não deveria gastar seu capital político com assuntos menores no momento em que o foco do Palácio do Planalto é a aprovação da reforma previdenciária.
Eles avaliam, contudo, que o temperamento do presidente é "irrefreável", como definiu um auxiliar palaciano, e que, apesar dele já ter sido recomendado a diminuir o tom nas redes sociais, dificilmente mudará a postura, sobretudo ao ter o filho Carlos Bolsonaro (PSC-RJ) como uma espécie de consultor em redes sociais.
 coronel é descrito como um militar de perfil moderado e técnico. Apesar de sua entrada na equipe de comunicação, a estrutura geral continuará a ser chefiada por Floriano Amorim, indicado pelo posto por Carlos, que blindou as contas oficiais do pai.
O episódio da semana passada, do vídeo obsceno, foi detectado pelo monitoramento do Palácio do Planalto como desencadeador de desmobilização de apoiadores de Bolsonaro nas redes sociais.
Além do reforço na comunicação social, o Palácio do Planalto busca um profissional experiente que oriente Bolsonaro nas declarações públicas. A equipe do presidente já começou a procurar uma pessoa que se encaixe nesse perfil de conselheiro, mas tem encontrado dificuldades diante da limitação salarial dos cargos disponíveis pelo governo.
O entorno de Bolsonaro é entusiasta do nome do jornalista Alexandre Garcia, que deixou a Rede Globo no final do ano passado e ocupou o cargo de porta-voz na gestão de João Figueiredo (1979-1985), durante a ditadura militar. Ele, contudo, já sinalizou que não pretende fazer parte do governo.
* Com informações do FolhaPress

Escrivão da Polícia Civil do Piauí é preso acusado corrupção e organização criminosa





Um escrivão da Polícia Civil foi preso preventivamente nesta segunda-feira (11) suspeito de participar de uma quadrilha que roubava e vendia veículos apreendidos em operações policiais na região norte do Piauí.
Identificado como Francisco Pimentel, o agente teve a prisão decretada no 2º distrito policial da capital, para onde foi transferido desde que começou a ser investigado pelos crimes de corrupção passiva; concussão; peculato e organização criminosa.
Pimentel foi inicialmente afastado das funções públicas depois que o delegado Renato Pinheiro, titular da cidade de Porto, descobriu que acusado estaria praticando os crimes desde o ano passado. A polícia apurou que o escrivão recebia propina para liberar os veículos.
O caso tornou-se evidente depois que motocicletas armazenadas no pátio da delegacia começaram a ser vistas circulando na região. Outros três indivíduos acusados de receptação e corrupção ativa também foram presos.
Pelo menos vinte motocicletas teriam sido negociadas no esquema criminoso. Há suspeitas de que outras pessoas reptavam peças para revenda em oficinas locais e que também poderão ter prisão decretada a qualquer momento.
Os mandados de prisão dos membros da quadrilha foram expedidos pela Justiça da Comarca de Porto. O caso está sendo acompanhado pela Corregedoria Geral da Polícia Civil do Piauí na 1ª fase da operação denominada "Judas Iscariotes".

3/08/2019

O petista Wellington Dias pode perder o mandato de governador


Há informações de que o preço dos elogios na internet a governadores do PT em 2018, incluindo Wellington Dias, pode ficar bem mais caro do que os valores relatados nos depoimentos prestados à Polícia Federal no inquérito que apura crime eleitoral naquele pleito. Pode custar o mandato do governador petista.

Depoimentos e recibo de R$ 50.000 comprovam que petista mentiu sobre elogios pagos

Crime eleitoral é uma suspeita. Para o Ministério Público, alguém pagou pelas glorificações aos candidatos do Partido dos Trabalhadores. De acordo com os depoimentos prestados em inquérito que apura a suspeita de crime, parte do “serviço” foi pago pela campanha do então candidato Wellington Dias.
O dono da empresa Fórmula e Follow, Miguel Correia Júnior, prestou depoimento e informou que sua empresa foi contratada para criar o aplicativo “Brasil feliz de novo”, que reuniria informações sobre o PT e seus candidatos.
Pelo app, a empresa de Miguel cobrou R$ 150.000,00, e contratante, de acordo com o depoimento de Miguel, foi Wellington Dias.
Ainda segundo o dono da Fórmula e Follow, a sua empresa contratou outra, a Lajoy “para compreender as melhores fórmulas de difusão do conteúdo da esquerda”.

Depoimento contradiz Wellington Dias e demonstra que governador mentiu sobre ação
Uma das sócias da empresa Lajoy é Joyce Falate Mota, ela também prestou depoimento. Afirmou que foi contratada pela Fórmula e Follow para indicar influenciadores para uma campanha progressista ao custo de R$ 1.500 a R$ 6.000 por influenciador de rede social. “Que a experiência foi positiva e alcançou mais de dez milhões de pessoas impactadas, o que levou a Fórmula dar ao depoente uma nova ordem, desta vez, para divulgação de conteúdos voltados ao candidatos do Partido dos Trabalhadores, especialmente Wellington Dias (Piauí)…”, declarou em seu depoimento.



Joyce revelou como o esquema de influenciadores foi utilizado por Wellington Dias

A partir do inconformismo de uma das influenciadoras que vazou para imprensa a estratégia do PT de usar influenciadores digitais pagos para elogiar candidatos, à época, Wellington Dias negou que tenha sido algo orquestrado e chegou a dizer que acionaria a Justiça Eleitoral. “Eu vejo como uma doideira total. Primeiro, zero contrato, até porque não faz nenhum sentido a coordenação da campanha ou meu partido no estado fazer contrato com qualquer pessoa ou empresa pagando para falar bem”, disse Wellington após o episódio.
Entretanto, na prestação de contas da campanha de Wellington Dias, é possível ver um pagamento de R$ 50.000,00 a empresa Formula Tecnologia Ltda no dia 15 de agosto de 2018, poucos dias antes dos disparos do twitter. Segundo uma fonte da segurança do Karnak, Wellington Dias teria recebido representantes da empresa em sua residência oficial onde lá foi apresentada a estratégia de pagar os influenciadores.



 Prestação de contas do petista revela pagamento destina a Fórmula e Follow
Entretanto, nem o Wellington Dias, nem o PT e nem o seu governo acionaram a Justiça Eleitoral. Quem ingressou com uma ação eleitoral foi seu principal opositor na eleição de 2018, Fábio Sérvio, que disputou o cargo de governador no pleito passado pelo PSL ao lado de Bolsonaro. Sérvio ingressou com uma Ação de Impugnação de Mandato Eletivo – AIME.
A AIME permite que o mandato do candidato eleito possa ser alvo de impugnação perante a Justiça Eleitoral. O objetivo é barrar o político que obteve o cargo por meio de abuso de poder econômico, corrupção ou fraude.  De acordo com a norma, a ação tramitará em segredo de justiça, embora o julgamento tenha de ser público. Se for julgada procedente, o Tribunal pode, de acordo com o caso concreto, declarar a inelegibilidade do representado e, ainda, cassar o registro ou o diploma do candidato.
Estratégia jurídica de Sérvio pode cassar mandado de Wellington Dias
De acordo com especialistas em Direito Eleitoral, Sérvio usou a estratégia certa, e pela materialidade dos fatos e o dano de 10 milhões de pessoas alcançadas, o risco do Piauí ver outro governador cassado aumenta a cada dia com a proximidade do julgamento.



 Fonte: Piauí noticias.

3/06/2019

"Bolsonaro diz qual foi sua intenção ao compartilhar vídeo obsceno no Twitter"






Depois de publicar vídeo polêmico e ser criticado, o presidente Jair Bolsonaro disse por meio de nota que não pretendia criticar o Carnaval de forma genérica. “Não houve intenção de criticar o carnaval de forma genérica, mas sim caracterizar uma distorção clara do espírito momesco, que simboliza a descontração, a ironia, a crítica saudável e a criatividade da nossa maior e mais democrática festa popular”, diz texto divulgado pelo Palácio do Planalto."
"A nota foi divulgada no início da noite desta quarta-feira (6) após o presidente ter usado sua conta oficial do Twitter na terça-feira (5) para divulgar um vídeo em que um homem aparece dançando sobre um ponto de táxi após introduzir o dedo no próprio ânus. Na sequência, surge outro rapaz que urina na cabeça do que dançava."
"O presidente diz que a cena escandalizou o país e que se trata de um crime, sem especificar qual. “É um crime, tipificado na legislação brasileira, que violenta os valores familiares e as tradições culturais do carnaval”, diz o texto.

Em sua publicação, Bolsonaro diz ainda que não se sente “confortável em mostrar”, mas argumenta que tem “que expor a verdade para a população ter conhecimento e sempre tomar suas prioridades. É isto que tem virado muitos blocos de rua no carnaval brasileiro. Comentem e tirem suas conslusões [conclusões]”
Inicialmente, a assessoria de imprensa disse que não iria se manifestar sobre o caso por se tratar de conta pessoal de Bolsonaro. Na manhã de quarta ele voltou à rede enquanto a hashtag “goldenshowerbolsonaro” era um dos assuntos mais comentados na rede social no Brasil. O presidente fez um post indagando “o que é golden shower
“A respeito de publicação realizada na conta pessoal do Presidente da República, em 5 de março, convém esclarecer que:
- No vídeo, postado pelo Sr Presidente da República em sua conta pessoal de uma rede social, há cenas que escandalizaram, não só o próprio Presidente, bem como grande parte da sociedade.
- É um crime, tipificado na legislação brasileira, que violenta os valores familiares e as tradições culturais do carnaval.
- Não houve intenção de criticar o carnaval de forma genérica, mas sim caracterizar uma distorção clara do espírito momesco, que simboliza a descontração, a ironia, a crítica saudável e a criatividade da nossa maior e mais democrática festa popular.”"




Fonte: Folha Press

Policial Militar atira na cabeça da esposa em bairro de Fortaleza.



O caso aconteceu no bairro Montese (FOTO: Reprodução/TV Jangadeiro)
Um subtenente da Polícia Militar é o principal suspeito de efetuar disparos contra a esposa na noite da segunda-feira (4), no bairro Montese, em Fortaleza.
De acordo com testemunhas por volta das 21h30, uma confusão aconteceu na residência do casal, localizada na rua Vicente Espíndola, quando um disparo foi ouvido pelos vizinhos.
O tiro foi disparado pelo subtenente da PM que atingiu a esposa identificada apenas como Sandra. Ao chegar no local a mulher foi encontrada caída no quarto, socorrida e leva ao Instituto José Frota (IJF).
O militar se apresentou na Delegacia de Defesa da Mulher. O nome do suspeito ainda não foi identificado. O estado de saúde da vítima é grave.
2° caso em menos de 24 horas
Na madrugada da segunda-feira (4) um policial militar assassinou a esposa, feriu um amigo e logo depois tirou a própria vida na cidade de Paracuru, litoral oeste do Ceará.
O sargento Alisson Carlos Lima da Silva, de 42 anos, lotado do Batalhão de Polícia da Guarda Externa dos Presídios, estava de folga e teria sido convidado por um amigo para passar um dia de Carnaval numa residência em Paracuru.
Na casa, o sargento teria efetuado disparos de arma de fogo contra a esposa, identificada apenas como Tatiana, que não resistiu aos ferimentos. Também foi ferido um amigo do casal, identificado como Rafael. Ele foi socorrido e encaminhado para o IJF.
Em nota, a Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social do Ceará (SSPDS-CE) informou que a Polícia Civil do Estado do Ceará (PCCE) investiga as circunstâncias acerca de uma ocorrência de lesão à bala registrada na noite dessa segunda-feira (4), no bairro Montese, Área Integrada de Segurança 5 (AIS 5). Na ocasião, um policial militar efetuou um disparo de arma de arma de fogo contra sua esposa e deixou o local. A vítima foi socorrida e encaminhada ao hospital. O PM se apresentou espontaneamente no 11º Distrito Policial (DP). Ele foi encaminhado para a Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de Fortaleza, onde foram realizados os procedimentos cabíveis ao fato. Por ter se apresentado espontaneamente, o agente de segurança foi ouvido e liberado. Ele foi autuado por tentativa de feminicídio e segue sendo investigado. A Controladoria Geral de Disciplina dos Órgãos de Segurança Pública (CGD) tomou conhecimento do ocorrido e uma investigação na seara administrativa será realizada pelo órgão.
Com informações do repórter Paulo Pontes, do Barra Pesada.


Izalci: Educação precisa de mais recursos e menos discursos




Não se faz educação com discursos, mas com recursos, avaliou o senador Izalci Lucas (PSDB/DF), em audiência pública com o ministro da Educação, Ricardo Vélez Rodriguez, realizada nesta terça-feira (26) na Comissão de Educação de Educação, Cultura e Esporte (CE) do Senado. Para Izalci, a educação brasileira está no fundo do poço.

Durante o encontro, o ministro Vélez Rodrigues  falou sobre as diretrizes e os programas prioritários do ministério para os próximos dois anos. Foram discutidos na reunião o Plano Nacional de Educação (PNE) que estabelece metas para melhorar a qualidade de ensino no país e a educação integral, além das mudanças que deverão ser realizadas na distribuição do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb).
Entre outros pontos, Vélez Rodriguez falou sobre alterações que serão feitas nos projetos pedagógicos das escolas de ensino médio e fundamental e sobre a adoção de uma política nacional de alfabetização, para melhorar a capacidade de compreensão e de leitura dos alunos. O ministro ainda defendeu a valorização dos professores por meio de uma parceria com a Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior) no aperfeiçoamento dos docentes.
Sobre a valorização dos docentes,  Izalci destacou que é preciso investir mais em educação e expôs os problemas enfrentados pelos bolsistas da pós-graduação da Capes e pelos docentes da Unb que lhe foram trazidos por representantes das duas instituições.
“Estive com o Secretário Executivo do MEC semana passada para tratar desses dois casos. Um deles é sobre o fato de que a UnB pagou durante 30 anos um adicional para os professores e agora a Justiça decidiu pelo corte de 26% dos salários. O outro é a questão do reajuste para os bolsistas de pós-graduação da CAPES que não recebem correção nas bolsas há seis anos”, relatou ao pedir ao ministro que olhe com carinho as questões sugeridas.
O senador mencionou temas que considera carentes de atenção, como a questão das creches, da formação dos professores e o incentivo, porque assim, esses profissionais poderão continuar trabalhando. Ele afirmou que é preciso acabar com o abandono da educação.
Além disso, Izalci também levantou a necessidade da criação de uma subcomissão para debater o plano nacional de educação e informou que vai apresentar requerimentos para a realização de audiências públicas para tratar dos temas mais urgentes de forma separada.
“Teremos dois anos para debater com profundidade os temas. Desejo sucesso nessa caminhada, estamos todos do mesmo lado, a educação é suprapartidária”, concluiu o senador.
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