3/06/2019

Bolsonaro diz que vai atuar para restabelecer democracia na Venezuela





Presidente diz que ações serão tomadas de acordo com a Constituição

Por Marcelo Brandão e Pedro Rafael Vilela

Depois da reunião no Palácio do Planalto, o presidente Jair Bolsonaro manifestou publicamente seu apoio ao presidente autodeclarado interino da Venezuela, Juan Guaidó. Em declaração à imprensa, na tarde de hoje (28), Bolsonaro afirmou que o Brasil vai atuar, dentro da legalidade, para restabelecer a democracia no país vizinho.
“Nós não pouparemos esforços dentro da legalidade, da nossa Constituição e das nossas tradições para que a democracia seja restabelecida na Venezuela. E isso só será possível com eleições limpas e confiáveis. Nos interessa uma Venezuela livre, próspera e economicamente pujante”, disse o presidente. Bolsonaro criticou governos anteriores do Brasil por terem dado apoio ao presidente venezuelano, Nicolás Maduro. “Faço uma mea culpa aqui, porque dois ex-presidentes do Brasil fizeram parte do que está acontecendo na Venezuela hoje. Essa esquerda gosta de tanto de pobre que acabou multiplicando-os, e a igualdade buscada por eles foi por baixo. Queremos uma igualdade para cima, na prosperidade”, afirmou.
O presidente brasileiro pediu permissão para chamar Guaidó de “irmão” e afirmou que continuará apoiando as decisões do Grupo de Lima em favor da mudança de política no país vizinho, “por liberdade e democracia”. Ao final de seu pronunciamento, apertou a mão do colega.
Em seu pronunciamento, o presidente autoproclamado da Venezuela – que é o presidente da Assembleia Nacional, equivalente ao Congresso Nacional venezuelano, – agradeceu o apoio do governo brasileiro na ajuda humanitária ao país vizinho e classificou o encontro com Bolsonaro como um marco no resgate das relações entre os dois países.

“É um marco para resgatar um relacionamento positivo que beneficie nossa gente. Na Venezuela, estamos lutando por eleições livres, no marco da Constituição, democráticas”, afirmou o líder opositor, reconhecido por mais de 50 países, incluindo o Brasil, como presidente legítimo do paí
Guaidó citou também o número de 300 mil venezuelanos em situação de “emergência de morte” e outros 3 milhões em risco humanitário em decorrência da crise política e econômica que afeta o país. Para o presidente interino, a Venezuela não vive um dilema entre dois grupos ou duas ideologias, mas sim entre ditadura e democracia, entre miséria e prosperidade.
Guaidó chegou ao Brasil na madrugada de hoje (28). Em sua conta pessoal no Twitter, ele disse que veio ao Brasil em busca de apoio para a transição de governo na Venezuela. Antes do encontro com Bolsonaro, ele esteve com representantes diplomáticos de outros países no escritório da delegação da União Europeia, em Brasília.

3/05/2019

Rio vai receber a maior coleção de arte iorubá fora da África






O Rio de Janeiro vai receber a maior coleção de arte iorubá fora da África. Serão centenas de peças, em processo de escolha e catalogação, que chegarão a partir de agosto. Os artefatos milenares devem ser exibidos em um espaço sem correspondente no mundo: a Casa de Herança Oduduwa, um local para exposições, aulas de língua iorubá, centro de estudos e um teatro, num elo permanente de comunicação e intercâmbio entre o Brasil e o povo iorubá. Uma forma de aproximar as culturas e auxiliar o povo brasileiro a conhecer melhor suas origens, heranças, histórias, e até suas feições.
A vinda desse tesouro histórico, religioso e cultural é um esforço pessoal do rei de Ifé, Ojaja II, de 44 anos, a maior autoridade tradicional e religiosa do povo iorubá, que originariamente habitava o Reino de Ketu e o Império do Oyó, áreas atualmente do Benin e da Nigéria. Há ainda um grande número de iorubás vivendo no Togo e em Serra Leoa, além de, fora da África, em Cuba, na República Dominicana e no Brasil. O desejo do rei nasce de uma coincidência propiciada pelo fato de o povo brasileiro desconhecer seus antepassados africanos.



Fonte: Carta capital

3/04/2019

STF julga dia 12 ação de caseiro piauiense que derrubou Palocci


Treze anos depois de vir à tona que a Caixa Econômica Federal quebrou o sigilo bancário do caseiro Francenildo Costa, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) vai julgar um recurso em que o banco tenta reverter as derrotas sofridas até aqui. Pivô na demissão do ex-ministro da Fazenda Antonio Palocci no primeiro governo de Luiz Inácio Lula da Silva, o caseiro piauiense acumula decisões que podem render a ele R$ 400 mil em indenização.
O novo capítulo dessa novela está marcado para o dia 12 deste mês de março, quando o caso será avaliado pela Terceira Turma do STJ. Em setembro de 2010, a Justiça Federal do Distrito Federal deu vitória a Francenildo, classificando a quebra de seu sigilo bancário como ilegal e fixando uma indenização por danos morais de meio milhão Cinco anos depois, o Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) manteve a condenação da Caixa, mas reduziu o valor para R$ 400 mil.
Francenildo revelou em 2006 que Palocci frequentava uma residência onde representantes da chamada 'República de Ribeirão Preto' se reuniam para organizar reuniões, festas e partilhar dinheiro entre correligionários. "Vi pacotes de notas de R$ 100 e R$ 50", disse Após as declarações, o sigilo bancário do caseiro foi quebrado mostrando um saldo de R$ 38 mil em sua conta, o que gerou rumores na época sobre os motivos pelos quais Francenildo teria feito a acusação.
O então presidente da Caixa, Jorge Mattoso, revelou depois em depoimento que entregou a Palocci o extrato da conta poupança. A crise derrubou Palocci e a Polícia Federal concluiu que o ex-ministro foi o mandante da quebra ilegal de sigilo.
"Tem de botar o barco para frente, que seja o que Deus quiser", disse Francenildo à reportagem na última sexta-feira. A Caixa informou que "não comenta ações judiciais em andamento" e a defesa de Palocci afirmou que ele colabora com a Justiça". 
Fonte: Estadão Conteúdo


Justiça condena ex-prefeita Maria Regina a 3 meses de detenção


Justiça Federal condenou a ex-prefeita de Madeiro-PI, Maria Regina Queiroz de Almeida, a três anos de detenção por não prestar contas de um contrato feito com o Ministério das Cidades, através da Caixa Econômica Federal. A sentença foi expedida pela juíza federal substituta Vládia Maria de Pontes Amorim, da 3ª Vara da Seção Judiciária do Piauí, no dia 29 de janeiro de 2019.
De acordo com o Ministério Público Federal, que ajuizou a ação penal, referido contrato vigeu de agosto de 2010 a agosto de 2012, tendo sido liberado R$ 148,6 mil para realização de pavimentação da Rua Manoel Florêncio, no município.
Em sua defesa, a ré sustentou, em síntese: incompetência da justiça federal; ausência de justa causa por ausência de elementos probatórios mínimos; ausência de comprovação do elemento subjetivo necessário; necessidade de aplicação do princípio da presunção de inocência; e necessidade de corroboração das provas em juízo.



Fonte: Viagora



Piauienses participam de Cúpula Internacional de Empreendedores




Os piauienses Francisca Neri e Luiz Nogueira participaram do evento junto com a comissão do Brasil.
Neste final de semana, aconteceu a Cúpula Internacional de Jovens Empreendedores Rurais em Camarões, país situado na região Central da África. O evento contou com a participação de dois piauienses, presentes juntamente com a comitiva brasileira, a presidente da Ascobetânia (Associação de Criadores de Caprinos e Ovinos do Piauí), Francisca Neri Bida; e o técnico do PVSA (Projeto Viva o Semiárido), Luiz Nogueira.
O vice-presidente do departamento de estratégias e conhecimentos do FIDA (Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola), Paul Winters, também esteve presente.
Durante sua apresentação, no estande do Projeto Viva o Semiárido, a agricultora beneficiária do projeto e presidente da Ascobetânia, Francisca Neri, falou sobre sua experiência exitosa na cadeia produtiva da ovinocultura e sobre a organização e ampliação da associação e o crescimento da economia do município e região com o apoio do Projeto. “Este resultado é a realização de um sonho, pois através do Projeto minha vida se transformou, bem como beneficiou 133 famílias, proporcionando um maior potencial de vendas, melhoria no transporte com a aquisição de um caminhão, distribuição de 160 animais em boutiques e supermercados da capital, 95 centros de manejo, um cilo e o reflorestamento, muito importantes para a preservação da natureza”, disse Francisca Neri. A jovem presidente da Ascobetânia ressaltou que em 4 anos, foram investidos R$ 8 milhões, diretamente para as famílias e destacou que tem orgulho de poder repassar as ações e experiências, que merecem ser contadas para o mundo como exemplo de sucesso, resultado de um trabalho que inclui boas parcerias.
Francisco das Chagas Ribeiro, diretor da DIP ( diretoria de Inclusão Produtiva) destaca que a participação dos dois jovens piauienses na Cúpula Internacional da Juventude, em Camarões, na África, tem muita importância para os trabalhos que eles desenvolvem no Piauí relacionados com o PVSA. “Certamente esta experiência vai contribuir para o trabalho de coordenação que o jovem Luiz Nogueira desenvolve na URGP (Unidade regional do PVSA) do Vale do Sâmbito e incentivar os jovens que a liderança feminina, Francisca Neri desenvolve na Ascobetânia.
“Ela teve a oportunidade de falar sobre a ovinocultura, detalhes da organização do trabalho, de como conservar as pastagens, como guardá-las do período que chove para o período seco, enumerou o que foi feito na área da Coovita ( Cooperativa do Vale do Itaim) onde também faz parte, que garantiu ter animais com mesmo padrão, com mesmo o peso e teor de gordura nos dois períodos tanto no período que chove quanto no seco mantendo assim a qualidade”. O diretor avalia que esta participação Internacional vai fortalecer ainda mais o trabalho que Francisca desenvolve como presidente da Associação.
O evento é uma realização do Ministério da Agricultura e do Desenvolvimento Rural (MINADER) e Ministério da Pecuária Pescas e Industrias Animais  (MINEPIA) de Camarões, FIDA, Sistemas de Nações Unidas, e Corporação Procasur.



Fonte: Viagora

Criança de 1 ano é vítima de bala perdida na zona Sudeste de Teresina




Um tiroteio , na madrugada desta segunda-feira,04, no conjunto Renascença, próximo do conjunto Manoel Evangelista, na zona Sudeste de Teresina deixou duas pessoas feridas, uma criança de 1 ano e 11 meses e um adolescente. 
Segundo informações, os tiros foram disparados sem alvo determinado, durante uma festa de carnaval de rua. Após os disparos, o pai percebeu que a criança estava sangrando e pediu ajuda. 
A Assessoria de Comunicação do Hospital de Urgência de Teresina (HUT) confirmou a entrada de um menino de 1 ano e 11 meses com tiro no pescoço. A criança está internada na UTI pediátrica. Ainda não há informações sobre o quadro de saúde do adolescente, que deu entrada no mesmo horário.
A Polícia ainda realizou buscas na região, mas o suspeito de efetuar o tiro não foi localizado.
Também foi registrado um terceiro caso na zona Leste da capital. No HBB Folia, no Residencial HBB, na zona Leste de Teresina, ocorreu tiroteio e um homem, ainda não identificado, ficou ferido com dois tiros de revólver.



Fonte: meionorte.com



Presidente Bolsonaro anuncia Operação Lava Jato da Educação


Nesta segunda-feira (04), o presidente Jair Bolsonaro afirmou, em postagem no seu perfil no Twitter, que há “fortes indícios” de que recursos públicos destinados à educação foram utilizados de forma indevida.
Na postagem, Bolsonaro ainda relatou que sua equipe anunciará medidas para solucionar o problema nos próximos dias.
“O Brasil gasta mais em educação em relação ao PIB [Produto Interno Bruto] do que a média de países desenvolvidos. Em 2003, o MEC [Ministério da Educação] gastava cerca de R$ 30 bilhões em educação e em 2016, gastando quatro vezes mais, chegando a cerca de R$ 130 bilhões, ocupa as últimas posições no Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa)”, comentou Bolsonaro.
Há quase um mês, o governo anunciou o início da operação Lava Jato da Educação para investigar possíveis desvios como favorecimentos indevidos no Programa Universidade para Todos (ProUni), desvios no Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec), envolvendo o sistema S, concessão ilegal de bolsas de ensino a distância e irregularidades em universidades federais.
“Há algo de muito errado acontecendo: as prioridades a serem ensinadas e os recursos aplicados. Para investigar isso, o Ministério da Educação junto com o Ministério da Justiça, Polícia Federal, Advocacia e Controladoria Geral da União, criaram a Lava Jato da Educação”, afirmou o presidente.
Na primeira quinzena de fevereiro, o Ministério da Educação firmou acordo com o Ministério da Justiça para investigar estes indícios de corrupção e desvios na pasta e suas autarquias nas gestões anteriores. Bolsonaro acrescentou que a Polícia Federal (PF), a Controladoria-Geral da União (CGU) e a Advocacia-Geral da União (AGU) também farão parte da iniciativa.
Fonte: Viagora